A Casa do Patrão, reality produzido pela Record em parceria com o Disney+, completou uma semana no ar. O pouco aproveitamento de audiência e falhas técnicas marcam o debut, que ficou na terceira posição do ranking do Ibope, com média de 3,8 pontos. O programa enfrentou competição com outras atrações.
Entre as primeiras avaliações, destaca-se a qualidade do áudio, com ruídos e interferências que tornam o som desagradável. A produção é apontada como pouco robusta, sobretudo em comparação com outros realities da casa, como A Fazenda.
A evolução da presença online também preocupa. Os perfis oficiais do programa teriam conteúdo previsível, limitado a trechos de cenas, sem material exclusivo para cada plataforma. No TikTok, por exemplo, o canal acumula menos de 30 mil seguidores.
Desempenho e ajustes necessários
Outro ponto crítico envolve o apresentador Leandro Hassum. A percepção é de que ele não domina plenamente as dinâmicas do reality e recorre com frequência ao TP, a tela com textos. Isso tira espontaneidade das leituras ao vivo.
Não houve falas específicas de quem acompanha o formato sobre esse aspecto, mas a impressão de falta de conexão com os competidores é compartilhada entre parte do público. Hassum havia avisado, na coletiva de imprensa, que não seria um comediante, e sim um apresentador.
Além dessas questões, Boninho, criador e diretor, e Hassum foram citados como setores que podem ser aprimorados para elevar a qualidade do programa. Comentários internos apontam que ajustes no ritmo e na interação podem contribuir para o desenvolvimento do show.
Entre na conversa da comunidade