Sarah Hayward, head chef do The Hand and Flowers, em Marlow, comenta sua trajetória, as mudanças para duas estrelas Michelin e momentos marcantes. A entrevista com Amelie Maurice-Jones revela opiniões sobre carreira, liderança e aprendizado constante.
Desde cedo, Hayward se inspira no pai, um chef apaixonado. Ela iniciou estágio no pub onde ele trabalhava e, ao terminar o ensino, fez um programa de aprendizagem em um hotel de Prestigious na Isle of Wight, abrindo caminho para a carreira.
No último ano, assumiu a papel de head chef no The Hand and Flowers. O processo envolveu ajustes para elevar o padrão de uma estrela para duas, com críticas e aprovação do cardápio sob orientação de Tom Kerridge.
Receber o Michelin Young Chef Award em 2023 foi descrito como um momento de sonho. A chef reforça o orgulho da conquista e a importância desse reconhecimento para a carreira.
Em 2015, começou no The Hand and Flowers e aconselha a jovem que está entrando na cozinha a persistir, aproveitar oportunidades e trabalhar com dedicação, mesmo diante de dificuldades.
Kerridge é visto como alguém que oferece oportunidades desafiadoras, favorecendo o crescimento. Ela cita a transição para o cargo de head chef no The Bull and Bear como ponto decisivo para sua formação, abrindo caminho para futuras funções.
Sobre o panorama inglês, Hayward observa que vinhos locais ganharam espaço, com o amadurecimento de produção e aumento do interesse do público, inclusive na comparação entre espumantes ingleses e champanhe.
No debate entre gastropubs e restaurantes de alta gastronomia, a chef destaca que os gastropubs oferecem ambiente mais descontraído com culinária elevada, enquanto o fine dining costuma ter uma reputação mais formal, sem desmerecer a qualidade de ambos.
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