Ed Motta prestou depoimento na manhã desta terça-feira, na 15ª DP da Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. O cantor é citado em investigação após se envolver em uma confusão em um restaurante do Jardim Botânico, ocorrida dez dias antes. O motivo central é a cobrança da chamada taxa de rolha.
O depoimento ocorreu dez dias após o episódio em que o artista arremessou uma cadeira no salão do estabelecimento. Ed Motta afirma ter se sentido desprestigiado pela cobrança, mas nega ter dirigido ofensas a qualquer funcionário. A delegacia irá ouvir testemunhas indicadas pelo cantor e o proprietário do restaurante.
Segundo a versão apresentada por Ed Motta, ele frequenta o restaurante Grado há cerca de nove anos e já fez menções ao local em suas redes. O artista afirmou que nunca havia sido cobrado pela taxa de rolha antes do incidente, apesar de levar garrafas ao restaurante em algumas ocasiões.
No dia do ocorrido, Ed Motta relatou ter levado sete garrafas, algumas das quais não foram consumidas. Ele afirmou ter ficado surpreso com a cobrança da taxa e disse ter se sentido desprestigiado. A polícia deve ouvir ainda o proprietário do Grado para esclarecer as circunstâncias da cobrança.
Ed Motta nega que a cobrança da taxa tenha sido o único motor da confusão e sustenta não ter tido a intenção de ferir alguém ao arremessar a cadeira. A investigação segue para apurar as circunstâncias do conflito e coletar depoimentos das testemunhas.
Depoimento e próximos passos
- Delegada responsável: Daniela Terra, da 15ª DP, conduz a oitiva.
- Testemunhas: listadas por Ed Motta devem ser ouvidas, bem como o proprietário do restaurante.
- Status: andamento da apuração para esclarecer motivação, conduta do artista e eventuais responsabilidades.
A defesa do artista afirma que não houve xingamento a funcionários e que não houve intenção de agressão física. A polícia não confirmou novas informações até o momento e a investigação continua em curso.
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