Dois a três meses antes da data, a WIRED testou a capacidade de IA de prever química romântica. Em uma experiência de namoro em 2026, quatro homens solteiros foram convidados para speed dating com uma candidata. Dois modelos de IA – ChatGPT e Claude – avaliaram a compatibilidade entre eles.
Durante as sessões, a candidata avaliou cada pretendente enquanto a IA calculava probabilidades de afinidade com base em respostas e padrões de interação. O objetivo é verificar se algoritmos conseguem prever compatibilidade real em relacionamentos.
A experiência não resulta em uma conclusão final sobre o papel da IA no namoro. Os dados servem para discutir limitações, confiabilidade e riscos de decisões automatizadas no contexto afetivo, com base nas avaliações da WIRED.
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