O babydoll voltou a dominar as fashion weeks, feeds de redes sociais e looks de celebridades em 2026. Olivia Rodrigo e Sabrina Carpenter aparecem como referências da peça, que ganhou versão mais fashionista e versátil. A repercussão acontece em todo o mundo, impulsionada por tendências que voltaram aos anos 2000.
Olivia Rodrigo aposta na leitura mais underground do babydoll, com mistura de romantismo e estética punk. Vestidos delicados aparecem com botas pesadas, meias até o joelho e maquiagem mais roqueira, criando um contraste marcante.
Sabrina Carpenter enfatiza o lado glamourosamente retrô, com vestidos curtos, rendas e modelagens pin-up. A aposta é o look ultra feminino, que ganhou elogios pela sofisticação, mas também gerou críticas sobre infantilização em algumas leituras.
Origem e histórico do babydoll
O vestido existe há décadas: surgiu nos anos 40, ganhou força nos 50 e 60, voltou nos 90 com estética grunge e influência de artistas como Courtney Love, que associaram delicadeza a rebeldia. Agora dialoga com Y2K e coquette.
Como usar sem parecer fantasia
O segredo está no equilíbrio. Modelagem ampla pede acessórios mais pesados para modernizar. Combinações populares incluem: coturno, meia até o joelho, sobreposições com camiseta básica, blazer oversized e jaquetas de couro.
Tendência em 2026 e perspectivas
O babydoll tornou-se símbolo de várias vertentes: coquette, Y2K, vintage e pop punk. A peça substitui parte de looks de palco, feeds e street style, com presença prevista nos próximos meses.
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