A Barbie autista chegou ao público após o lançamento nos Estados Unidos, em janeiro. A previsão de venda nas lojas brasileiras é a partir de julho. A ação envolve a Mattel, criadora da linha Barbie Fashionistas, que amplia representações da diversidade nas bonecas.
A nova Barbie faz parte da coleção Fashionistas, dedicada a versões com características diferentes da boneca tradicional. Ela aparece com um tablet em mãos, usando um aplicativo de Comunicação Aumentativa e Alternativa para apoiar a comunicação.
Na outra mão, a boneca segura um brinquedo sensorial, que auxilia na regulação emocional em momentos de estresse ou sobrecarga. Um abafador de ouvido completa o conjunto para reduzir estímulos sonoros.
A proposta da Mattel é ampliar o espelho público para crianças; a empresa afirma que a boneca representa situações reais vividas por pessoas com autismo. O objetivo é promover inclusão e diálogo sobre o tema.
O contexto histórico mostra mudanças na percepção sobre o autismo. Dados do CDC apontam aumento no diagnóstico ao longo de décadas, com a epidemiologia atual estimando mais casos entre crianças.
Além da Barbie autista, famílias também destacam bonecas que refletem outras condições, como síndrome de Down e diabetes tipo 1, citadas por usuários como símbolos de diversidade nas referências de consumo.
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