Billy Joel critica cinebiografia sobre sua carreira, alegando equívoco legal e profissional. A produção Billy & Me não tem autorização do músico e não possui os direitos sobre sua vida ou música, segundo informações da Variety.
Os direitos foram adquiridos pela equipe do longa, que aponta Irwin Mazur, primeiro empresário de Joel, e Jon Small, ex-colega de banda, como base da história. Mazur descreveu Joel ao longo de 1966 a 1972, antes do cantor assinar com a Columbia Records.
A narrativa pretende acompanhar a trajetória inicial de Billy Joel, antes do álbum Piano Man (1973). John Ottman lidera a edição; Adam Ripp atua como roteirista e produtor, com Mazur e Small como fontes centrais.
Entenda a polêmica
Small, que teve relação profissional e pessoal com Joel na década de 60, atua como co-produtor executivo. Ele afirma que o filme retrata com honestidade a juventude do artista e a ascensão da voz que se tornaria famosa.
A produção está em seleção de elenco e deve iniciar as filmagens no segundo semestre de 2026. Joel não autorizou o projeto e ressaltou que não detém direitos sobre a vida nem sobre a música da obra.
Adam Ripp rebate que Billy & Me foca no período com The Hassles e inclui covers do repertório da época, defendendo a licitude dos direitos já obtidos para o projeto. Ottman afirma que o filme explorará a formação de Joel e a relação com Mazur.
O documentário recente da HBO, intitulado And So It Goes, gerou novas tensões, com Joel reconhecendo culpa pelo relacionamento com Elizabeth Weber, ex-esposa de Small. A história recente amplia o contexto da polêmica em torno da cinebiografia.
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