O projeto Mano celebra Erasmo Carlos ao regravar clássicos da década de 1970, marcando a transição do Tremendão da Jovem Guarda para temáticas de desordem social, amor e liberdade. As regravações integram um disco dedicado ao artista.
A ideia reúne nomes de peso do rap nacional, entre eles Emicida, Marcelo D2, Criolo, Dexter, Xamã, Budah, Rael, Tássia Reis e Tasha & Tracie. O objetivo é homenagear a obra de Erasmo Carlos com novas leituras.
A iniciativa foi anunciada em 2026, com produção concentrada no Brasil. A proposta é manter a essência original das canções ao mesmo tempo em que dialoga com a linguagem contemporânea do rap.
Participantes e formato
O projeto reúne artistas atuantes da cena rap, que reinterpretam composições de Erasmo Carlos mantendo as letras e melodias, mas com novas leituras rítmicas e vocais. A produção envolve colaborações diversas entre os participantes.
A janela de lançamento e detalhes de oficina de estúdio ainda não foram divulgadas. O material conta com a participação de intérpretes que transitam entre o pop e o hip hop, ampliando o alcance das canções.
(Imagem: Erasmo Carlos, com créditos de Terça e Tenho Mais Discos Que Amigos.)
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