O termo envolve a gíria em inglês que se difundiu nas redes sociais para indicar ousadia e autenticidade, emergindo do vocabulário LGBTQIA+. O uso ganhou contorno de expressão de identidade, afastando-se de conotação pejorativa.
A palavra passou a figurar em publicações sobre looks, performances e atitudes autorais, principalmente entre criadores da Geração Z. Artistas como Beyoncé contribuíram para o movimento ao reformular o sentido do termo a partir da cultura ballroom, ampliando sua aceitação.
Ru Paul teve papel importante na popularização da gíria, que ganhou espaço no cenário musical e digital a partir de referências de diversidade e performance. A narrativa se fortalece pela presença de termos ligados a expressão de estilo e coragem.
Sequência musical e clipe de referência
O movimento recente ganhou evidência com a faixa Sequência Cunt, de Pedro Sampaio, com participações das Irmãs de Pau, Tasha Kaiala, Clementaum e MC GW. O clipe usa estética de balls e traz uma disputa de performances avaliada por um júri.
Aparições na TV e alcance público
A repercussão levou o termo para a televisão aberta, com o personagem Bagdá, da série Três Graças, recebendo apelido de traficurunt entre fãs por conta do visual marcante. A adoção ocorre em um contexto de visibilidade de estilos e identidades.
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