Kathy Sledge, integrante de Sister Sledge, revisita a trajetória da banda, desde as primeiras apresentações até a disputa interna pelo caminho solo. Em entrevista, ela comenta sobre bastidores, produção de Chic e o impacto político do disco nos anos 70 e 80.
O papo aborda momentos com Nile Rodgers e Bernard Edwards, produtores de We Are Family. Kathy explica como confiar nos dois ajudou a manter a espontaneidade das gravações, sem overrehearsal, o que preservou o frescor dos temas.
Ela revela que, aos 15 anos, não houve liberdade para escrever, e comenta a motivação por trás de decisões de carreira dentro do grupo. A artista descreve o uso da marca Sister Sledge para projetos individuais e o retorno ao uso do nome conjunto.
Mudanças de tema: rivalidade interna e identidade da banda
Kathy confirma ter sido afastada do grupo após receber uma proposta solo, recebendo a alternativa de ficar ou sair. Ela menciona a dificuldade de manter a identidade da marca quando os membros buscavam caminhos diferentes.
Impacto cultural do disco e cenário musical
Ela liga a disseminação do disco à engrenagem econômica da indústria musical da época, com a segregação de gêneros nas paradas. O crescimento de disco, segundo ela, pressionou mudanças estruturais no mercado.
Desfechos da carreira e visão futura
Kathy comenta sobre a possibilidade de projetos solo ocorrendo mais cedo, e que o dinamismo entre irmãs persiste. O diálogo aponta para continuidade de shows sob a identidade atual da artista, mantendo a referência do grupo original.
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