Brad Pitt e Angelina Jolie seguem em batalha judicial sobre a vinícola Chateau Miraval, na França. A disputa, que já dura anos, ganhou novo impulso com a convocação de testemunha-chave para depor novamente. A Justiça ordenou o retorno do depoimento, destacando a intensidade do caso.
A controvérsia envolve a venda da participação de Jolie para o grupo Stoli, alegadamente sem consentimento de Pitt. O ator sustenta que havia acordo prévio proibindo alienação sem aprovação mútua. Jolie nega formalização desse acordo.
A decisão veio de um tribunal em Michigan, EUA. Todd Culyba, ex-conselheiro da Stoli, se recusou a responder perguntas em depoimento anterior por sigilo profissional. A Justiça afirmou que o privilégio advogado-cliente não se aplica a aspectos comerciais.
Novo depoimento e implicações
Culyba deverá retornar ao tribunal para responder a questionamentos sobre a negociação com Jolie, segundo a nova determinação. A abertura pode esclarecer bastidores da venda e influenciar a estratégia de Pitt.
Investiga-se também o possível envolvimento de Yuri Shelfer, proprietário da Stoli. As tratativas diretas com Jolie são alvo de análise, e o depoimento pode trazer luz sobre o papel de Shelfer no negócio.
A disputa teve início durante o divórcio iniciado em 2016, com formalização em 2024. Além da propriedade, o litígio envolve a vida familiar dos seis filhos do casal: Maddox, Pax, Zahara, Shiloh, Knox e Vivienne.
Pitt está em relacionamento com a empresária Ines de Ramon. A relação do ator com alguns filhos tem sido pauta de cobertura internacional, acrescentando uma camada pessoal ao caso público.
O desfecho do processo ainda é incerto. As decisões judiciais recentes reforçam a repercussão da contenda entre dois dos nomes mais conhecidos do cinema, em meio a uma longa batalha pública.
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