CMAT e Olivia Rodrigo foram alvo de forte hostilidade online após terlihat escolhas de visual em 2026. A violência de comentários sobre o corpo se intensificou em momentos distintos de apresentações públicas, gerando debate sobre padrões de imagem para mulheres na música.
No fim de semana passado, CMAT se apresentou no BBC Radio 1’s Big Weekend, em Sunderland. Clips da apresentação publicados pela emissora tiveram comentários de teor depreciativo desativados, ao passo que vídeos de outras artistas com corpos menores permaneceram com comentários ativos.
Pouco antes, Rodrigo chamou atenção por usar vestidos estilo babydoll em shows, inspirados em movimentos feministas dos anos 90. A repercussão variou entre elogios estéticos e críticas que associaram o visual a conotações de sexualização, levantando a discussão sobre padrões de aceitação.
De acordo com a cantora, a crítica mira a naturalização da pedofilia na cultura e reforça a ideia de que mulheres devem evitar certos vestidos para não serem sexualizadas. O episódio se soma a uma narrativa de resistência e pressão sobre a aparência de mulheres na indústria.
A repercussão aponta para uma disputa sobre empoderamento e exploração de corpos no palco. Enquanto CMAT critica a normalização de ataques, Rodrigo afirma manter a expressão artística sem abrir mão da própria identidade.
Contexto e desdobramentos recentes indicam uma tendência de investidas coordenadas contra figuras públicas femininas. Especialistas afirmam que as críticas refletem uma tentativa de restringir formas de vestir e apresentar-se em espaços públicos.
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