A exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília está em cartaz no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro. A mostra reúne mais de 200 obras de 41 artistas do DF, buscando apresentar a produção contemporânea local em diversas linguagens. A circulação é gratuita.
Curadoria fica a cargo de Mônica Tachotte, que propõe diálogos entre diferentes linguagens e experiências da cidade. O objetivo é oferecer aos visitantes uma leitura plural sobre Brasília, seus espaços e memórias, por meio de esculturas, instalações, pinturas, fotografias e outras expressões.
A mostra tem apoio da Setur-DF e é apresentada pelo Metrópoles Arte. O projeto sucede a exposição É Pau, É Pedra…, que ocupou o mesmo teatro entre dezembro de 2025 e março de 2026, marcando a estreia do Metrópoles Arte.
O que há na exposição
Mais de 200 obras integram o conjunto de trabalhos de artistas locais, incluindo nomes como Andre Santangelo, Antônio Obá, Bruna Zanatta, Camila Soato, Capra Maia, Carlos Lin, Celso Junior, Christus Nóbrega, Desirée Feldmann, Raylton Parga, Renato Rios, Rogério Roseo e Maria Porto, entre outros.
Como participar
Para quem desejar participar, é possível reservar ingressos gratuitos pelo portal do Metrópoles Fine Arts. O processo envolve abrir o site, clicar em Reserve seu ingresso grátis, escolher a data no Teatro Nacional e preencher os dados solicitados.
Contexto e desdobramentos
A série de obras dialoga com a ideia de constelação, em que cada peça mantém autonomia ao mesmo tempo em que compõe um campo maior de significados. A curadoria enfatiza a diversidade estética e conceitual presente na cena brasiliense.
Itens visuais e artistas em destaque
A programação inclui obras que trabalham com pintura, fotografia, escultura, têxteis e instalações. Artistas residentes na capital ou ligados à região expõem visões sobre a cidade, a memória e a relação com o espaço urbano.
Referência à produção local
O conjunto da mostra reforça o papel da cena artística do Distrito Federal na produção contemporânea do país. A curadoria busca ampliar a circulação de artistas locais e fomentar o diálogo entre gerações e técnicas distintas.
O evento mantém o foco na acessibilidade, com entrada gratuita e programação voltada a públicos interessados em novas leituras da cidade.
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