Dark Light: Survivor segue em Acesso Antecipado, apresentando ideias promissoras, mas com desafios pela frente. O jogo combina sobrevivência, exploração e combate em um universo pós-apocalíptico, ainda em desenvolvimento.
A produção, feita pela Mirari&Co, busca explorar novas perspectivas de gameplay, permitindo alternar entre duas câmeras durante as runs. A visão isométrica lembra roguelites clássicos, enquanto a câmera em terceira pessoa aumenta a imersão dos confrontos.
A narrativa funciona mais como pano de fundo na versão atual. A missão central envolve a busca por Elysium, após a descoberta de tecnologia capaz de atravessar o multiverso, em um mundo devastado.
A experiência oferece destaque para a ação: confrontos em terceira pessoa podem parecer mais intensos e imprevisíveis, com inimigos surgindo de forma imprevisível durante as explosões de combate.
O sistema de habilidades traz melhorias passivas, como efeitos explosivos e choques elétricos em ataques corpo a corpo. No entanto, a variedade de opções ainda é limitada neste estágio do Acesso Antecipado.
Desempenho e bugs aparecem com mais frequência; em uma RTX 4050, o título ficou aquém do esperado. Além disso, a ausência de localização em português do Brasil foi apontada como ponto a ser corrigido.
Mesmo com as falhas, Dark Light: Survivor demonstra potencial para evoluir. A alternância de câmeras e o ritmo de combate distinguem-se de outros roguelites, acrescentando tensão à jogabilidade.
O jogo está disponível para PC em Acesso Antecipado. A desenvolvedora deve aprimorar a narrativa, ampliar a variedade de habilidades e melhorar a performance antes do lançamento completo.
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