Armie Hammer está de volta ao trabalho com o longa Citizen Vigilante, que estreia nesta semana. O projeto marca um dos primeiros trabalhos do ator desde sua demissão da agência, após acusações de estupro e canibalismo que circularam nos últimos anos.
O filme é dirigido pelo cineasta alemão Uwe Boll, frequentemente lembrado pela imprensa como o chamado pior diretor do mundo. Boll já recebeu outras “honrarias” negativas ao longo da carreira, incluindo premiações de pior carreira na indústria do cinema.
Em 2006, Boll desafiou críticos para lutas de boxe e venceu quem topou o desafio. Em 2014 houve uma petição online para que ele se aposentasse, casamento de acontecimentos que ajudaram a moldar a imagem polêmica do diretor.
Sobre o filme
Citizen Vigilante acompanha um empresário americano que vive no exterior, interpretado por Hammer, cuja campanha contra criminosos o transforma em um fenômeno nas redes sociais e o coloca em conflito com autoridades. A narrativa enfatiza o papel das plataformas digitais na divulgação de ações individuais.
Hammer negou as acusações feitas contra ele nos últimos anos, segundo relatos. As alegações foram objeto de investigação pela polícia de Los Angeles, mas não resultaram em processos formais na Justiça, mantendo o status de não responsabilização até o momento.
Contexto do diretor
Boll acumula histórico de controvérsias e obras questionadas pela crítica. Entre seus filmes marcam presença títulos como Alone in the Dark e produções de forte apelo comercial e polêmico. O retorno de Hammer ocorre em meio a esse contexto de reputação duvidosa para o diretor alemão.
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