A produtora Go Up Entertainment divulgou um laudo pericial privado que atribui integralmente o financiamento de Dark Horse a investidores privados. O filme, inspirado na trajetória de Jair Bolsonaro, teria consumido cerca de R$ 75 milhões sem uso de recursos públicos.
O relatório, elaborado pelo Instituto de Perícia Investigativa (IPI), aponta despesas de aproximadamente US$ 13 milhões entre Brasil e Estados Unidos. Consta que contratos, comprovantes bancários e remessas internacionais foram analisados.
Principal financiador
O laudo identifica um contrato de fevereiro de 2025 entre a Go Up e o fundo Havengate, apontado como responsável pelos aportes. Os recursos seriam de origem privada, mas os investidores do fundo não foram revelados por cláusulas de confidencialidade.
Desdobramentos legais
O Havengate é citado em investigações sobre a relação financeira com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. A Polícia Federal tenta acesso a informações sob sigilo sobre a estrutura do fundo, conforme apurações em andamento.
Contexto adicional
A perícia ocorre em meio a questionamentos políticos e judiciais sobre o filme. Em investigações relacionadas, surgiram discussões sobre valores superiores aos apontados no laudo e ligações com outras entidades, como o Instituto Conhecer Brasil (ICB). Flávio Bolsonaro afirma que a investigação não envolve Dark Horse.
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