Durante entrevista repercutida no meio do entretenimento, Cillian Murphy afirmou ter adotado o conceito ROMO, o alívio de perder algo. O ator, campeão do Oscar por Oppenheimer, disse não temer ficar de fora de um novo projeto de Christopher Nolan, intitulado A Odisseia. A fala sinaliza mudança de postura frente à pressão por protagonismo.
Murphy revelou que, após vencer o Oscar, passou a valorizar a posição de mero observador. Segundo o relato, ver a produção de fora foi considerado um presente que evita o peso da autocrítica excessiva e a ansiedade gerada pela comparação com outros. A declaração gerou debates sobre saúde mental no cinema.
Em tom objetivo, o ator descreveu a prática ROMO como benefício para a mente, destacando a importância do descanso, do desapego e da contenção de cobranças internas. A ideia ganha força como referência para evitar o desgaste associado à busca constante por validação externa.
Aplicação prática do ROMO
Para reduzir a cobrança diária, Murphy sugere estabelecer limites saudáveis. Diga não a convites ou projetos quando necessário, desocupe notificações e valorize momentos de ócio. A prática visa melhorar o bem-estar sem abrir mão de realizações profissionais.
Segundo a leitura do conceito, abandonar a necessidade de controle facilita apreciar conquistas de terceiros sem inveja ou ansiedade. O relato aponta que o equilíbrio entre atividade e pausa pode favorecer a saúde mental ao longo da carreira.
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