Adriana, protagonista de Quem Ama Cuida, vive uma sequência de problemas que tem tomado boa parte da narrativa da novela das 21h da Globo. A personagem perde casa, marido e enfrenta humilhações por pobreza, além de ser apontada como interesseira. O enredo avança com novas tragédias que elevam o tom sombrio.
A pressão sobre Adriana se intensifica quando o protetor do casal é assassinato após o casamento, ela passa a principal suspeita de crime e encara a prisão com a mãe adoecida. Esse conjunto de acontecimentos alimenta o arco dramático para uma futura virada na segunda fase.
Críticas de público e análise de especialistas apontam que o enredo tem se mostrado excessivamente trágico, sem resgates significativos. Em redes sociais, a audiência reage com descrença e cansaço, pedindo momentos de alívio, romance ou humor para balancear a história.
Em comparação, a imprensa lembra obras anteriores do mesmo autor, como O Outro Lado do Paraíso, que também alterna sofrimento com reviravoltas. A ideia é manter o telespectador conectado sem perder o ritmo da trama.
> Este artigo teve a colaboração do jornalista Glauco Lopes, do Terra.
Adriana – Letícia Colin – permanece no centro da névoa dramática da novela, enquanto o público observa se haverá uma guinada que devolva fôlego à personagem e à produção. A lotação emocional atual, porém, é destaque nos debates dos espectadores.
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