Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Espetáculo aborda Alzheimer e etarismo com poesia e sensibilidade

Nova montagem de Dicionário das coisas que nunca existiram aborda Alzheimer, etarismo e perda de memória com poesia, em cartaz até amanhã no Teatro Ribondi

Dicionário das coisas que nunca existiram: desconexão com a realidade - (crédito: Thiago Barreto)
0:00
Carregando...
0:00

A peça Dicionário das coisas que nunca existiram volta a cartaz com uma nova montagem na Casa dos Quatro. O texto é de Alexandre Ribondi, escrito em 2014, e os controladores da montagem são Morillo Carvalho e Hellen Cris, que também compõem o elenco.

A encenação foca na relação entre memória e doença, especialmente o Alzheimer, com uma leitura que privilegia a atuação e a poesia do texto. A proposta atual desloca o realismo para valorizar a expressão dramática e a força lírica da obra.

Elenco e produção

Hellen Cris interpreta Dona Irene, mulher que enfrenta a perda gradual da memória. Morillo Carvalho assina a direção ao lado de Hellen, introduzindo paginação nova e cenário reformulado. A peça já integrou diferentes versões desde 2015.

A dramaturgia aborda temas como abandono parental e etarismo, entrelaçados à experiência de finitude. A linguagem poética propõe imagens que conectam a vida familiar aos dilemas existenciais, sem apelos didáticos.

O espetáculo fica em cartaz hoje às 20h e amanhã às 19h, no Teatro Ribondi, na Casa dos Quatro, em Brasília. O caminho do público é SCLRN 708 Bloco F Loja 01, Rua das Oficinas. Ingressos custam R$ 60, meia R$ 30, vendidos pelo Sympla.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais