Janaína Prazeres, uma modelo brasileira de 35 anos, foi eleita pela Inteligência Artificial da revista Playboy da Noruega como a “mulher mais bonita do mundo” em 2024. O título, embora prestigioso, trouxe desafios significativos para sua saúde mental e emocional. Janaína revelou ter desenvolvido samhainofobia, um medo intenso relacionado ao Halloween, e listou as desvantagens […]
Janaína Prazeres, uma modelo brasileira de 35 anos, foi eleita pela Inteligência Artificial da revista Playboy da Noruega como a “mulher mais bonita do mundo” em 2024. O título, embora prestigioso, trouxe desafios significativos para sua saúde mental e emocional. Janaína revelou ter desenvolvido samhainofobia, um medo intenso relacionado ao Halloween, e listou as desvantagens de ser considerada “bonita demais”, como a pressão constante para manter uma imagem perfeita e a objetificação que enfrenta.
Atualmente solteira, Janaína está em busca de um parceiro que atenda a critérios específicos. Ela não aceita homens que ainda moram com os pais, considerando-os imaturos, e espera que seu futuro companheiro pague uma “taxa de beleza” mensal de 4 mil libras (aproximadamente R$ 28 mil). Essa quantia, segundo ela, cobre seus gastos com procedimentos estéticos e cuidados pessoais, que totalizam mais de R$ 12 mil mensais.
A modelo investiu mais de R$ 300 mil em procedimentos estéticos, incluindo lipoaspiração e aumento dos seios, para atender à pressão estética de seu cargo como musa da bateria da Acadêmicos do Tatuapé. Apesar de não se arrepender dos resultados, Janaína reconhece que essa busca pela perfeição afetou sua saúde mental. Ela faz terapia semanalmente e compartilhou que um exercício proposto pelo terapeuta, de ficar 48 horas sem se olhar no espelho, foi libertador.
Além de seus cuidados diários, Janaína utiliza métodos inusitados para melhorar sua aparência, como desidratação controlada e compressas de gelo. Ela enfatiza que cuidar do corpo vai além da estética, sendo uma forma de se sentir bem e saudável. No entanto, a pressão para manter a imagem perfeita a afasta de uma vida mais leve e espontânea, tornando sua aparência uma “prisão”. A modelo também enfrenta dificuldades em manter amizades femininas, devido à competição e inveja que sua beleza gera.
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