O Festival de Cinema de Cannes, um dos mais importantes do mundo, anunciou novas regras de vestimenta que proíbem nudez e vestidos volumosos no tapete vermelho. A decisão foi tomada para manter a decência e facilitar o fluxo de convidados. Celebridades como Halle Berry e Bella Hadid já se adaptaram às novas diretrizes, enquanto outras, como Wan QianHui e Heidi Klum, desafiaram as regras ao usarem vestidos volumosos. A proibição gerou debates sobre liberdade de expressão na moda, com opiniões divididas entre aqueles que apoiam as novas regras e os que as consideram um retrocesso. A medida visa evitar que trajes extravagantes atrapalhem a circulação e a acomodação no evento, refletindo uma tentativa de manter o foco nos filmes em vez da moda.
O Festival de Cinema de Cannes 2025, um dos mais prestigiados do mundo, iniciou sua 78ª edição com um novo código de vestimenta. As novas regras, divulgadas um dia antes do evento, proíbem nudez e vestidos volumosos, visando manter a decência e o fluxo no tapete vermelho.
Celebridades como Halle Berry e Bella Hadid já se adaptaram às diretrizes, enquanto outras, como Wan QianHui e Heidi Klum, desafiaram as normas ao usarem vestidos volumosos. A proibição de trajes excessivamente reveladores e volumosos gerou polêmica, levantando debates sobre a liberdade de expressão na moda.
O comunicado oficial do festival destaca que “por razões de decência, a nudez é proibida no tapete vermelho, assim como em qualquer outra área do festival”. Além disso, a organização enfatiza que “trajes volumosos, em particular aqueles com uma cauda longa, que dificultam o fluxo adequado do tráfego de convidados e complicam os assentos no teatro, não são permitidos”.
A nova política foi implementada após anos em que os chamados naked dresses se tornaram populares no tapete vermelho. O evento, que se estende até 24 de maio, busca agora focar mais nas produções cinematográficas do que nas exibições de moda.
A decisão de proibir a nudez e os vestidos volumosos foi recebida com reações mistas. A antropóloga Mirian Goldenberg criticou a medida, afirmando que representa um retrocesso na liberdade feminina. Por outro lado, a consultora de moda Paula Rita Saady apoiou a iniciativa, argumentando que a moda não deve ofuscar o cinema.
As equipes de recepção do festival foram instruídas a proibir o acesso ao tapete vermelho para aqueles que não respeitarem as novas regras. A expectativa é que a aplicação dessas diretrizes seja rigorosa, embora a eficácia da fiscalização ainda permaneça uma incógnita.
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