- O presidente da Argentina, Javier Milei, elogiou o filme Homo Argentum, protagonizado por Guillermo Francella, por criticar a “agenda woke”.
- Milei afirmou que a obra expõe a hipocrisia dos “progress caviar” e atacou os críticos, chamando-os de “fracassados” e “parasitas mentais”.
- O filme, que estreou em 14 de agosto, vendeu 175 mil ingressos nos dois primeiros dias.
- O presidente destacou que Homo Argentum teve sucesso sem financiamento estatal, o que incomoda a indústria cinematográfica argentina.
- Guillermo Francella, que interpreta 16 personagens, comentou sobre o desafio de compor tantos papéis, e o codiretor Mariano Cohn elogiou sua atuação.
O presidente da Argentina, Javier Milei, elogiou o filme Homo Argentum, protagonizado por Guillermo Francella, por criticar a “agenda woke”. Em uma publicação nas redes sociais, Milei afirmou que a obra expõe a hipocrisia dos “progress caviar” e atacou os críticos, chamando-os de “fracassados” e “parasitas mentais”. O filme, que teve sua estreia em 14 de agosto, vendeu 175 mil ingressos nos dois primeiros dias.
Milei destacou que Homo Argentum alcançou sucesso sem financiamento estatal, o que, segundo ele, incomoda a indústria cinematográfica argentina. O presidente afirmou que o filme serve como um espelho que revela a verdadeira natureza de seus críticos. Ele também criticou o que chamou de “exército de zumbis” que compõem o setor progressista, caracterizando-os como invejosos e ignorantes, especialmente em questões econômicas.
A Produção e o Elenco
Guillermo Francella, que interpreta 16 personagens diferentes no filme, comentou sobre o desafio de compor tantos papéis. Ele explicou que as filmagens foram feitas de forma cronológica, permitindo uma melhor construção dos personagens. O codiretor Mariano Cohn elogiou Francella, considerando-o um dos melhores atores da Argentina.
A ideia para Homo Argentum surgiu durante as filmagens da série O Encargado, quando Francella sugeriu aos diretores que se inspirassem em uma comédia neorrealista italiana. O filme, que combina humor e crítica social, busca refletir sobre a identidade argentina de maneira provocativa e envolvente.
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