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Amigos prestam homenagem a Jaguar, figura crítica e amada da cultura brasileira

Cartunista Jaguar, ícone da crítica social, morre no Rio de Janeiro; legado na arte e na luta pela liberdade de expressão perdura

Cartunista Jaguar conta que formou grupo de teatro com Agildo Ribeiro quando tinham 15 anos — Foto: Alba Valéria Mendonça/G1
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  • Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, conhecido como Jaguar, faleceu aos 93 anos no Rio de Janeiro devido a complicações de pneumonia.
  • A morte foi confirmada por familiares após três semanas de internação.
  • Colegas e admiradores destacaram sua importância na arte do cartum e na crítica social.
  • Jaguar foi um dos fundadores do jornal satírico O Pasquim, criado em 1969, e colaborou com diversas publicações.
  • Entre suas obras, estão os livros Átila, você é bárbaro e Ipanema, se não me falha a memória.

Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, conhecido como Jaguar, faleceu aos 93 anos no Rio de Janeiro, em decorrência de complicações de pneumonia. O cartunista, um dos fundadores do jornal satírico O Pasquim, estava internado há três semanas e sua morte foi confirmada por familiares à TV Globo.

Colegas e admiradores lamentaram a perda, destacando a importância de Jaguar na arte do cartum e na crítica social. O chargista Renato Aroeira o descreveu como um “mestre, professor e inspiração”, ressaltando sua dedicação ao trabalho até o fim. Nas redes sociais, fãs expressaram sua tristeza, com mensagens como “Triste notícia. Triste fim de domingo”.

Jaguar iniciou sua carreira aos 20 anos na revista Manchete e, ao lado de figuras como Ziraldo e Millôr Fernandes, ajudou a fundar O Pasquim em 1969, um marco na resistência ao regime militar. Além de suas contribuições para o jornal, colaborou com diversas publicações, incluindo Senhor e Pif-Paf, e foi responsável por animações icônicas na TV Globo.

Entre suas obras, destacam-se os livros Átila, você é bárbaro (1968) e Ipanema, se não me falha a memória (2001). Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório e o enterro do artista. A perda de Jaguar deixa um legado significativo na cultura brasileira e na luta pela liberdade de expressão.

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