- Jaguar, cartunista brasileiro, faleceu no dia 24 de setembro, aos 93 anos.
- Ele era conhecido por suas tirinhas e charges publicadas em O Pasquim.
- Sua obra está sendo relançada, com destaque para uma edição que ficou 35 anos fora do mercado.
- Jaguar abordava temas como política e religião com humor, e seus personagens se tornaram icônicos.
- Ele foi um dos fundadores de O Pasquim e deixou um legado significativo no humor e na crítica social brasileira.
Jaguar, um dos mais icônicos cartunistas brasileiros, faleceu no último domingo, 24 de setembro, aos 93 anos. Conhecido por suas tirinhas e charges publicadas em O Pasquim, sua obra continua a ser celebrada com relançamentos e homenagens que ressaltam seu impacto no humor e na crítica social.
Ao longo de sua carreira, Jaguar não apenas produziu tirinhas, mas também assinou livros que compilaram suas melhores criações e relataram histórias de sua vida. Entre suas obras, destaca-se uma edição recente da editora Sesi-SP, que traz uma caricatura do artista e uma reflexão sobre a sociedade contemporânea. Os cartuns de Jaguar abordam temas como política, religião e fraquezas humanas, sempre com um toque de humor.
O relançamento de suas obras tem atraído a atenção do público, especialmente a edição que ficou 35 anos fora do mercado brasileiro. Jaguar, que costumava brincar sobre sua própria obra, afirmou que muitos duvidavam da existência desse livro perdido. O prefácio, escrito por Quino, destaca a importância de Jaguar como um humanista que reconcilia as imperfeições da vida.
Legado e Influência
Jaguar foi um dos fundadores de O Pasquim, onde trabalhou ao lado de grandes nomes como Millôr Fernandes e Henfil. Seus personagens, como o Capitão Ipanema e Gastão, o Vomitador, tornaram-se parte do imaginário popular. Suas charges, que misturam crítica e humor, continuam a ressoar com o público, refletindo questões sociais e políticas relevantes.
Além de suas tirinhas, Jaguar também escreveu sobre sua vida em Ipanema, onde viveu durante uma efervescência cultural. Em suas obras, ele compartilha memórias e histórias de personalidades que marcaram a cena carioca. O cartunista sempre teve um olhar crítico e bem-humorado sobre a sociedade, o que o tornou uma figura única no cenário artístico brasileiro.
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