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Bethenny Frankel chora ao falar do divórcio traumático de Jason Hoppy

Bethenny Frankel admite que o divórcio de dez anos foi o maior tormento de sua vida, com violência psicológica, e ressalta terapia e evitar falar do ex diante da filha

Bethenny Frankel cried while discussing her lengthy divorce from her second husband, Jason Hoppy, in a new interview. Call Her Daddy/YouTube
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  • Bethenny Frankel revelou no podcast Call Her Daddy que o divórcio de dez anos com Jason Hoppy foi o maior tormento de sua vida, encerrado em janeiro de 2021.
  • Ela descreveu violência psicológica e pressão extrema durante o processo, afirmando que não havia comparação com o trauma vivido.
  • A empresária destacou a terapia como suporte e a vontade de ajudar quem passa por distress similar, além de falar sobre não tecer críticas ao ex na presença da filha.
  • Frankel comentou que, por ter sido mais bem-sucedida, houve leitura pública de que era a “vilã” enquanto Hoppy seria visto como “vítima”, influenciando a imagem do divórcio.
  • Ela ressaltou a importância de manter a relação com a filha sem expô-la a conflitos, de agir com respeito e de manter o acordo pré-nupcial como orientação para futuras escolhas.

Bethenny Frankel, ex-participante de Real Housewives, abriu sobre o divórcio de 10 anos de duração com Jason Hoppy, cuja separação terminou em janeiro de 2021. Em entrevista ao podcast Call Her Daddy, ela afirmou ter vivido um dos períodos mais difíceis de sua vida, relatando violência psicológica e pressões extremas. A artista ressaltou a importância da terapia e o papel de evitar falar mal do ex na presença da filha.

Segundo Frankel, a separação foi marcada pela percepção de que a situação afetou ainda mais a imagem pública, especialmente por ela ter sido vista como a parte dominante enquanto Hoppy era enquadrado como vítima. Ela relatou danos pessoais profundos, incluindo quedas de cabelo, e destacou o impacto emocional prolongado ao longo de uma década.

A empresária também destacou aprendizados importantes: a necessidade de acordos pré-nupciais antes do casamento, agir com o instinto e manter o foco no bem-estar da filha Bryn, hoje com 15 anos. Ela contou que a única forma de atravessar o período foi manter a esperança de ajudar outras pessoas em distress semelhante e manter a comunicação respeitosa com o ex para apoiar a filha.

Pontos-chave do relato

Frankel explicou que a terapia foi um pilar durante o processo e que o objetivo é preservar um ambiente estável para Bryn. A entrevista enfatizou que evitar ataques públicos não elimina o impacto emocional, que as crianças percebem mesmo sem manifestações diretas. A fala também destacou a importância de escolher caminhos que protejam a relação parental.

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