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Entre a verdade e invenção: investigação questiona limites entre fatos e ficção

Relicário lança segunda edição de Histórias Reais, com novos relatos de Sophie Calle, consolidando o debate entre real e ficção e o interesse público

Experimentos. Nas fotografias, quase sempre acompanhadas de breves narrativas, Sophie mistura o banal ao inusitado, valendo-se às vezes do humor – Imagem: Acervo Sophie Calle
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  • A segunda edição do Relicário amplia Histórias Reais de Sophie Calle, incluindo relatos novos e expandindo o conjunto da obra.
  • Histórias Reais, originalmente lançado em 1994, reúne 66 imagens acompanhadas de textos que dialogam entre o documental e a ficção.
  • A edição atual ressalta a genealogia artística da fotógrafa francesa, ligada ao pai Bob Calle, e a constante reflexão sobre o real versus a ficção.
  • A notícia destacada pela CartaCapital (edição 1391, 10 de dezembro de 2025) marca atualização editorial e renovado interesse público pela obra.
  • Relevante na trajetória de Calle, o livro mescla fotografia e narrativa breve, com referências a obras anteriores como Filatures Parisiennes e Les Dormeurs, apresentadas em contextos como a Bienal de Paris de 1980.

Sophie Calle, fotógrafa, escritora e artista visual francesa, ganha a segunda edição de Histórias Reais, livro de 1994 que mescla imagens e textos. A Relicário ampliou o conjunto com relatos inéditos, mantendo a linha entre o real e a ficção.

A nova edição chega após atualização editorial anunciada pela reportagem da CartaCapital. A matéria publicada na edição 1391, de 10 de dezembro de 2025, destaca que o livro ganhou relatos adicionais. O objetivo é ampliar o olhar sobre a obra.

Histórias Reais reúne 66 imagens com textos que alternam registro fotográfico e narrativa breve. Calle já explorou o limiar entre o documental e a construção cenográfica desde o início da carreira. A edição anterior chegou ao Brasil em 2009.

O percurso artístico de Calle tem raízes em obras como Filatures Parisiennes (1978–1979) e Les Dormeurs (1979–1980). A primeira mostra ambientes de transeuntes, a segunda transformou encontros em instalação para a Bienal de Paris de 1980.

A história de origem da artista aponta para o incentivo do pai, Bob Calle, que era oncologista e colecionador. A lápide com a palavra father acompanha um texto sobre a busca criativa após a perda do olhar do pai.

Segundo o texto base, Calle descreve como começou a fotografar desconhecidos para preencher um vazio criativo. O pai apoiou o projeto, dando confiança para seguir caminhos incertos da imaginação.

A obra sempre flerta com o que é real, com uma leitura de que a verdade pode coexistir com invenção. O livro alterna retratos e relatos, estimulando a ambiguidade entre fatos e ficção.

Relicário mantém o conceito de Histórias Reais, ao acrescentar relatos novos que expandem o escopo temático. A edição revisitada reforça o interesse público pela trajetória de Calle, segundo a reportagem.

Para leitores, a obra funciona como convite à reflexão sobre o papel da narrativa visual. A dupla apresentação de imagens e textos continua a despertar debates sobre autenticidade e construção artística.

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