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Mariana Goldfarb aproveita praia no Rio para se refrescar

Mariana Goldfarb revela críticas à estética corporal e divulga histórico de transtornos alimentares, buscando ajuda

Mariana Goldfarb — Foto: JC Pereira e Daniel Delmiro/Agnews
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  • Mariana Goldfarb, 35 anos, curtiu o sábado na praia do Leblon, no Rio de Janeiro, usando biquíni azul-escuro.
  • Ela sorriu ao perceber as fotos durante o momento de lazer.
  • A apresentadora costuma falar publicamente sobre pressão estética, machismo e relacionamentos tóxicos.
  • Neste ano, ela desabafou sobre as críticas que recebe e comentou no Instagram sobre comentários sobre o corpo de mulheres.
  • Mariana revelou um histórico de transtornos alimentares, incluindo bulimia anorexia alcoólica, e disse ter buscado ajuda.

Mariana Goldfarb não foi apenas vista aproveitando o sábado na praia do Leblon, no Rio de Janeiro; a apresentadora de 35 anos também reaparece em público falando sobre críticas recebidas e saúde mental. O registo mostra a influenciadora em biquíni azul-escuro, sorrindo para os paparazzi durante o momento de lazer. A cobertura ocorre enquanto ela mantém presença constante nas redes para discutir temas ligados à pressão estética.

Neste ano, Goldfarb abriu espaço para falar sobre as críticas aos seus padrões corporais, compartilhando o impacto que esse tipo de cobrança causa. A mensagem divulgada por meio de suas redes sociais reforça o convite ao debate sobre imagem feminina e machismo, temas que ela costuma abordar publicamente.

Histórico de saúde e desabafos

A apresentadora, formada em Nutrição, revelou ainda um capítulo pessoal ligado a transtornos alimentares. Em relatos detalhados, ela explicou que passou por fases de bulimia e anorexia, associadas a tentativas de controle extremo da alimentação. O relato também descreve períodos de uso de álcool como tentativa de suprir uma dor emocional.

Goldfarb descreve que o processo de tratamento começou após perceber a intensidade da cobrança pública sobre o corpo. Ela afirma ter procurado ajuda profissional para lidar com o desencadeamento de comportamentos prejudiciais e para reconstruir a relação com a alimentação e a própria autoestima. A narrativa reforça a importância do apoio médico e social nesse tipo de situação.

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