- Em entrevista ao Sunday Times, Kate Winslet diz que não liga para o que as pessoas pensam e critica a obsessão por perfeição para ganhar likes.
- A atriz, conhecida por defender a positividade corporal desde Titanic (1997), defende o envelhecimento natural e o valor de ser autêntica.
- Ela promove Goodbye June, filme que dirige, produz e estrela, escrito pelo filho Joe Anders, de 22 anos.
- O longa aborda envelhecimento e morte e foi inspirado pela própria família, incluindo a morte da avó em 2017.
- Winslet comenta que a genética pode ajudar e que é bonito ver as mãos envelhecerem, reforçando a beleza de mulheres acima de setenta.
Em entrevista à Sunday Times, Kate Winslet afirmou que não liga mais para o que as pessoas pensam dela, abordando Botox, cirurgia plástica e controle de peso. A conversa foi publicada recentemente pelo veículo britânico.
A atriz, que é voz ativa da positividade corporal desde a década de 1990, afirmou que a obsessão pela perfeição para conseguir curtidas nas redes sociais a preocupa. Ela defende mais autenticidade e menos padronização.
Ela também destacou a importância do envelhecimento natural e afirmou que ver as mãos envelhecer é algo que valoriza. Winslet ressaltou que mulheres acima de 70 podem ser consideradas belas e criticou padrões que restringem a autoestima.
Lançamento de Goodbye June
A entrevista coincidiu com o lançamento do filme Goodbye June, dirigido e produzido por Winslet. A obra marca a estreia da atriz na direção.
O longa foi escrito pelo filho da atriz, Joe Anders, de 22 anos, que também participa do projeto. A narrativa foi inspirada pela própria família de Winslet e pela morte da avó da atriz, em 2017.
Goodbye June foca nas dinâmicas de envelhecimento e na experiência de lidar com a perda, explorando temas familiares com uma abordagem autoral. O projeto reflete a visão da atriz sobre vida, memória e tempo.
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