- A equipe jurídica do Grupo AgroPlay divulgou nota de esclarecimento e repúdio sobre conteúdos que circularam nas redes sociais nesta semana.
- O comunicado condena ataques e afirma que corpo e sexualidade não devem servir de humilhação, destacando que a internet não é terra sem lei.
- A assessoria aponta que a sexualidade de uma mulher não pode ser tratada como ofensa e alerta para comentários em tom de zombaria ligados à aparência física.
- A nota diz que medidas judiciais estão sendo analisadas com foco na responsabilização, embora nenhuma ação tenha sido tomada até o momento.
- A repercussão envolve um vídeo no TikTok com Vivi Wanderley, Isadora Raymundi, Duda Wilken e Gabi Medina, no qual as participantes fazem suposições sobre a sexualidade de pessoas públicas; Vivi Wanderley pediu desculpas, dizendo ter feito uma suposição inadequada.
A equipe jurídica do Grupo AgroPlay, responsável pela carreira de Ana Castela, divulgou uma nota de esclarecimento e repúdio após conteúdos circularem nas redes sociais nesta semana. O comunicado condena ataques e reforça que corpo e sexualidade não devem servir de humilhação.
O documento destaca que a internet não é “terra sem lei” e que comentários em tom de zombaria sobre aparência ou sexualidade são inaceitáveis. A assessoria afirma que medidas judiciais estão sendo avaliadas, apesar de nenhuma ação ter sido proposta até o momento.
A repercussão envolve um vídeo publicado no TikTok que mostra Vivi Wanderley, Isadora Raymundi, Duda Wilken e Gabi Medina. No registro, as jovens participam de uma brincadeira que envolve suposições sobre a sexualidade de pessoas públicas.
Internautas passaram a especular que o conteúdo pode fazer referência a Ana Castela, mesmo com os nomes citados na gravação censurados. Diante disso, Vivi Wanderley pediu desculpas publicamente, reconhecendo uma suposta “suposição inadequada” e retratando-se com os envolvidos.
Repercussão e próximos passos
A nota do Grupo AgroPlay reforça o compromisso com o respeito à identidade das pessoas e com a responsabilização de quem dissemina ataques. Não há divulgação de novas informações sobre ações legais até o momento.
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