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Brooklyn Peltz Beckham estabelece tendência; outros homens vão seguir?

Casais adotam dupla grafia de nomes; Brooklyn Peltz Beckham impulsiona tendência que já ganha homens, como Adam Ramsay Peaty

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Brooklyn Beckham and Nicola Peltz in 2024.
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  • Brooklyn Peltz Beckham adotou o duplo sobrenome após o casamento com Nicola Peltz em 2022, tornando-se Brooklyn Peltz Beckham.
  • O texto apresenta o uso de dois sobrenomes por casal como prática moderna, igualitária e refrescante, em vez da mulher abandonar o próprio nome.
  • O nadador olímpico Adam Peaty passou a ser Adam Ramsay Peaty após se casar com Holly Ramsay.
  • A história traça a origem do duplo sobrenome ao século XV, com picos de popularidade nos anos setenta, principalmente entre casamentos de mulheres.
  • O artigo sugere que esse movimento pode ganhar mais adesão, tornando-se comum e alterando a dinâmica tradicional de nomes familiares.

Brooklyn Peltz Beckham passou a utilizar o sobrenome completo ao casar-se com Nicola Peltz em 2022, adotando Brooklyn Peltz Beckham. A mudança, que sinaliza uma prática de dupla barreira de nomes entre casais, ganhou notoriedade como exemplo de igualdade de gênero na escolha de identidades.

A tendência ganhou impulso com a adesão de figuras públicas ao uso conjunto de sobrenomes, em vez de a esposa adotar apenas o do marido. Mesmo que o objetivo inicial tenha sido preservação histórica de patrimônios, o movimento atual é visto como sinal de parceria consciente no âmbito familiar.

Recentemente, o nadador olímpico Adam Peaty também optou pela forma Ramsay Peaty após casar-se com Holly Ramsay. Os casamentos mencionados ocorreram no fim de 2020s, reforçando a percepção de que a prática pode se tornar mais comum entre casais de diferentes áreas.

Contexto histórico da prática de duplas barreiras de nomes

A dupla barreira de nomes remonta ao século XV, quando visava manter a riqueza e o poder de famílias com filhas. A partir dos anos 1970, ganhou novo impulso com o movimento feminista, principalmente entre mulheres, e tornou-se mais comum entre casais.

O movimento contemporâneo traz a ideia de que a decisão de manter ou combinar sobrenomes deve ser tomada coletivamente. Em alguns casos, os casais sinalizam a relação de igualdade desde o início da vida pública. Para as famílias, a prática pode ter implicações administrativas e educacionais futuras.

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