- Gil do Vigor, de trinta e quatro anos, rebateu internauta que questionou quando ele virou especialista em economia.
- A resposta do economista foi direta: ele tem doutorado (PhD) na Califórnia e pós-doutorado na Universidade de Chicago, trabalhando ao lado de um ganhador do Nobel.
- Formação acadêmica inclui graduação, mestrado e doutorado na Universidade Federal de Pernambuco, além de PhD na Universidade da Califórnia em Davis; em dois mil e vinte e quatro participou de curso de verão no Centro Studi Luca d’Agliano, em Florença.
- Atualmente, ele é pesquisador na Universidade de Chicago e continua atuando na TV e em parcerias publicitárias, conciliando carreira artística com a acadêmica.
- Em suas redes, ele usa linguagem acessível para desmistificar temas financeiros e já aborda riscos de bancos digitais, impactos de tensões geopolíticas na inflação e câmbio, além de defender políticas sociais e educação.
Gil do Vigor rebateu um internauta que questionou a sua formação na área de economia. Em uma postagem recente, o ex-BBB de 34 anos respondeu a uma dúvida sobre quando se tornou especialista no tema. O comentário foi feito no Instagram, em meio a um vídeo sobre economia.
O episódio ocorre em meio à atuação do economista em atividades públicas. Gil concilia a carreira de apresentador de quadros em programas de televisão com a trajetória acadêmica, além de manter atividades como pesquisador. Ele já assumiu projetos acadêmicos desde a UFPE, onde concluiu graduação, mestrado e doutorado.
Formação e trajetória
Segundo o relato do público, Gil cursou PhD na Universidade da Califórnia em Davis e realizou um pós-doutorado na Universidade de Chicago, trabalhando ao lado de ganhador do Nobel de economia de anos recentes. Em 2024, participou de um summer school em Florença, na Itália, no Centro Studi Luca d’Agliano, e passou a atuar como pesquisador na UChicago.
Além do reconhecimento acadêmico, Gil utiliza as redes sociais para simplificar temas financeiros. Nos vídeos, aborda riscos de bancos digitais, impactos de tensões geopolíticas na inflação e no câmbio, além de defender políticas sociais e educação.
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