- Mariana Goldfarb, de 35 anos, está se preparando para desfilar como musa da Grande Rio no Carnaval 2026.
- Ela fez um protocolo de soro com objetivo de otimizar a função mitocondrial e aumentar a disposição para o batidão carnavalesco.
- O médico explicou que as mitocôndrias geram ATP, a molécula de energia, e que micronutrientes usados hoje (vitamina B6, L-carnitina e um blend de aminoácidos chamado recovery) ajudam a produzir mais energia.
- A modelo também recebeu a enzima Q10 por via intramuscular, substância associada à saúde cardiovascular e ao combate ao envelhecimento celular.
- No Carnaval de 2026, a Grande Rio leva para a avenida o samba-enredo A Nação do Mangue, com desfile marcado para terça-feira, 17 de fevereiro.
Mariana Goldfarb, aos 35 anos, está acelerando a preparação para desfilar como musa da Grande Rio no Carnaval 2026. Nesta segunda-feira, a modelo mostrou em seus stories um protocolo de soro com intuito de aumentar a disposição para o fim de auge carnavalesco.
Segundo o médico que acompanha o caso, o tratamento visa otimizar a função mitocondrial, responsáveis pela produção de energia nas células. O protocolo inclui micronutrientes como vitamina B6, L-carnitina e um blend de aminoácidos conhecido como recovery, além de aplicação de enzima Q10 por via intramuscular.
Entendimento do protocolo
A ideia é elevar a produção de energia pelas mitocôndrias, o que pode ajudar na demanda física de dias intensos de folia. A Q10, presente no tratamento, é associada à saúde cardiovascular e ao combate ao envelhecimento celular, segundo avaliação médica.
Carnaval da Grande Rio
O samba-enredo em 2026 leva a narrativa A Nação do Mangue, destacando o movimento cultural Manguebeat e sua mistura de ritmos regionais com influências globais. A letra foi escrita por Ailson Picanço, Marquinho Paloma, Davison Wendel, Xande Pieroni e Marcelo Moraes; o enredo é assinado pelo carnavalesco Antônio Gonzaga.
Desfile e agenda
A Grande Rio desfila na terça-feira de Carnaval, 17 de fevereiro. O carro-chefe da escola envolve a celebração de identidade cultural e memória social, com foco no Manguebeat como referência de resistência e diversidade.
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