- Lingwood escolheria uma das Night Sky, de Vija Celmins, como obra para viver junto com ele.
- Paris foi a experiência cultural que mais o transformou, com o Pompidou abrindo e o vasto acervo de arte do século XX.
- Entre escritores, ele retorna a Italo Calvino e, no último ano, a Olga Tokarczuk.
- A música que ouve hoje privilegia espaço para o ouvinte, incluindo Debussy, Ravel, Satie e, da Mali, Toumani Diabaté e Ali Farka Touré.
- Artê é para a vida; ele atua como curador da Atlante, da Thomas Dane Gallery, em Nápoles, de 3 de fevereiro a 2 de maio.
James Lingwood, curador, escritor e produtor, compartilha influências culturais que moldam seu olhar sobre museus e exposições. O perfil reúne referências que vão de Paris à cena europeia contemporânea, passando por literatura e música.
A viagem de Lingwood começou pela cidade de Paris, onde, após terminar os estudos, trabalhou na capital francesa e descobriu o prazer de observar por si mesmo. A visita ao Pompidou, com a recente abertura, impressionou pela proposta e pelo acervo do século XX.
Entre as leituras que retornam, destacam-se Italo Calvino e, mais recentemente, Olga Tokarczuk. Na esfera musical, o curador valoriza espaços sonoros nas pausas, com Debussy, Ravel e Satie, além de Toumani Diabaté e Ali Farka Touré, pela riqueza de timbres do kora.
Para Lingwood, a arte tem uma função prática e vital, servindo à vida cotidiana. Ele atua como curador da Atlante, da Thomas Dane Gallery, e tem agenda em Naples entre 3 de fevereiro e 2 de maio.
Perfil de James Lingwood
O texto acima compõe uma visão sintética do trabalho e das referências do curador, que também se dedica à produção de projetos culturais e à interpretação de contextos históricos na prática contemporânea.
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