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Jonathan Anderson estreia na alta-costura da Dior com 10 fatos principais

Jonathan Anderson estreia na Dior Alta-Costura com jardim imaginado, upcycling do século XVIII e colaboração com Magdalene Odundo, sinal de renovação na casa

Alta-costura da Dior para o verão 2026 homenageia a história da marca
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  • Jonathan Anderson estreia na alta-costura da Dior durante a semana de Paris, com tema floral que aparece em convites, brincos e vestidos, mantendo a tradição da maison em nova leitura.
  • O desfile, no Musée Rodin, usa cenário com jardim e teto florido para combinar tradição com modernidade, reforçando a ideia de laboratório de ideias na couture.
  • A colaboração com a ceramista Magdalene Odundo gerou vestidos amplos com tecidos moldados, inspirados no giro da argila em um torno; desenvolvimento dedicado durou mais de dois meses para um único vestido.
  • A casting incluiu a brasileira Julia Bregalda, natural de Paraí, que ganhou destaque na passerelle.
  • A presença de grandes nomes da indústria (John Galliano, Pierpaolo Piccioli, Pharrell Williams, Rihanna, Jennifer Lawrence, Anya Taylor-Joy etc.) marcou a estreia, com acessórios-couture em forma de peças escultóricas e um vestido all-white final de Mona Tougaard.

A estreia de Jonathan Anderson na alta-costura da Dior ocorreu na manhã da segunda-feira, 26, em Paris, no Musée Rodin. O desfile apresentou uma leitura contemporânea da casa, combinando tradição com frescor, a partir de uma cenografia que trazia um jardim suspenso. O objetivo foi manter a linguagem Dior, ao mesmo tempo em que se explorava a experimentação artesanal.

As flores foram o fio condutor da coleção, presente em convites, vestidos, sapatos e joias. Realistas brincos pendentes em forma de orquídea e tecidos acetinados reforçaram o imaginário da firma, remetendo ao período criativo de John Galliano. Elementos de upcycling ganharam destaque, com sedas Rococó e peças de vidro moldadas em formatos escultóricos.

O que houve

O cenário espelhado permitiu que o desfile mostrasse uma visão de natureza em movimento, alinhada a uma visão de laboratório criativo. As notas favoreceram a ideia de que a alta-costura é uma prática que se renova ao incorporar técnicas consagradas com novas pesquisas.

Quem esteve envolvido

Entre os colaboradores, a ceramista britânica Magdalene Odundo contribuiu com uma linha de vestidos amplos, moldados como se fossem objetos de cerâmica. O processo de desenvolvimento de um único vestido levou mais de dois meses, segundo a equipe de produção. Já no casting, a modelo brasileira Julia Bregalda ganhou destaque.

Detalhes da produção e casting

A coleção contou com acessórios considerados itens de arte, incluindo bolsas de formato escultórico e joias com uso de pedras ornamentais. Sandálias, mules e scarpins em seda refletiram a ideia de pétalas de ciclâmen, com o bico quadrado icônico de Dior na renovação de peças clássicas.

Por que importa

A proposta de Anderson busca revitalizar códigos da alta-costura para atender a novas clientelas, mantendo a assinatura Dior. A presença de estrelas internacionais e da imprensa reforçou a relevância do momento para a maison e para a semana de moda de Paris.

Encerramento

A apresentação foi concluída com a modelo Mona Tougaard usando um vestido all-white, cuja cauda exigiu apoio de três pessoas para atravessar a passarela. O desfile manteve o equilíbrio entre tradição e inovação, consolidando a leitura da Dior para a temporada verão 2026.

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