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Bad Bunny testa prato em restaurante com menu inspirado em biomas brasileiros

Bad Bunny janta no D.O.M. em São Paulo; menu inspirado em biomas brasileiros custa R$ 1.150 por pessoa, com harmonização a R$ 1.930

Veja o menu que Bad Bunny provou — Foto: Clayton Felizardo e Patrícia Devoraes/Brazil News e Reprodução/Brejo
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  • Bad Bunny jantou em São Paulo no D.O.M., ao lado de Gabriela Berlingeri, em noite de estreia da dupla no hotel e restaurante do chef Alex Atala.
  • O menu degustação, inspirado na onça-pintada e nos biomas brasileiros, custa R$ 1.150 por pessoa; a opção com harmonização fica em R$ 1.930 por pessoa.
  • Pratos mencionados incluem ravióli de tapioca com ervas e ervilha-torta no tucupi e jacaré com bacuri, com uso de ingredientes de manejo consciente.
  • A experiência termina com mignardises e café, com sobremesas like goiaba com alga e brigadeiro de pequi com milho; há presença de formiga amazônica no prato.
  • A apresentação inclui harmonização com vinhos nacionais e internacionais, incluindo garrafas magnum, e compõe a turnê latino-americana de Bad Bunny, com show adicional em São Paulo devido à alta demanda.

Bad Bunny, de 31 anos, jantou em São Paulo no D.O.M., restaurante do chef Alex Atala, acompanhado de Gabriela Berlingeri, de 32, apontada como namorada. A experiência gastronômica tem como tema os biomas brasileiros, com foco na onça-pintada.

O D.O.M. é apontado como o sexto melhor do mundo e o melhor da América Latina. O cardápio degustação, que percorre dez passos, leva os comensais a uma viagem pelos ecossistemas nacionais, valorizando a biodiversidade e a produção consciente de ingredientes.

A experiência tem custo de R$ 1.150 por pessoa para o menu degustação e R$ 1.930 por pessoa com harmonização de vinhos, incluindo nine rótulos. Os pratos combinam itens marítimos, de água doce e da terra, com referências diretas à fauna e aos biomas brasileiros.

Entre as criações, destacam-se ravióli de tapioca com ervas e ervilha-torta no tucupi e jacaré com bacuri, preparados com produtores que atuam de forma responsável. O objetivo é permitir que a biodiversidade seja percebida pelo paladar, não apenas citada.

Para o chef, o ato de comer valoriza a diversidade de ingredientes e oferece uma experiência mais elegante, com surpresas da biodiversidade brasileira. O menu busca traduzir a ideia de que é hora de a onça beber água, em referência à temática central.

Ao final, as degustações são acompanhadas por mignardises, doces da confeitaria francesa, e cafés. Entre as opções de sobremesa, há itens como goiaba com alga, chocolate rubi e brigadeiro de pequi com milho, sempre com presença de formiga amazônica em algum momento.

Na curadoria de vinhos, a carta inclui rótulos internacionais e, em destaque, garrafas magnum brasileiras. O Extra Brut 2017 da Cave Geisse é valorizado pela qualidade, assim como o Peverella 2022 da Era Dos Ventos, produzido de forma artesanal em Bento Gonçalves. O sommelier ressalta o cuidado com vinhos naturais e sustentáveis.

Além da experiência gastronômica, o D.O.M. oferece uma ambientação musical com composições brasileiras. A apresentação de Bad Bunny no país marca a abertura da etapa latino-americana da turnê, com datas adicionais em razão da demanda, após passagens por várias cidades da região, incluindo Santo Domingo, Cidade do México e Buenos Aires.

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