- Christina Applegate revela ter perdido mais de 50 libras em sete meses devido a problemas estomacais causados pela esclerose múltipla, segundo trechos da memória You with the Sad Eyes.
- A atriz passou um ano sem se olhar no espelho e, em seguida, entrou em uma dieta de líquidos claros, o que acelerou a perda de peso.
- A doença trouxe dificuldades estomacais que levaram a episódios que já a fizeram ir ao pronto-socorro várias vezes.
- Mesmo com a dor, ela afirma ter criado um relacionamento mais saudável com a comida e ainda tenta levar a filha Sadie à escola.
- O livro chega às livrarias na próxima terça-feira; trechos foram publicados pelo Guardian.
Christina Applegate detalha, em trecho de sua nova memória, uma perda de peso considerada “perigosa” e “assustadora” durante a luta contra a esclerose múltipla (MS). A revelação integra o livro You With the Sad Eyes e foi citado por veículos internacionais.
Segundo o relato, a queda de peso ocorreu após um período em que não se olhava no espelho por meses. A autora descreve ter passado por uma dieta apenas de líquidos claros devido a problemas estomacais, o que precipitou a rápida redução de seu peso.
Em sete meses, Applegate afirma ter perdido 50 libras ou mais, resultando em pernas mais finas do que jamais tenha tido. A passagem destaca que a MS também lhe trouxe gastrite, aumentando a sensação de fome e o risco de internação.
A veterana de 54 anos, conhecida por Married… with Children, foi diagnosticada com MS em 2021. O quadro tem lhe causado dores e episódios que demandam internação, com o relato recente enfatizando a gravidade dessas dificuldades.
Apesar das dores, a atriz relata manter o esforço de levar a filha Sadie, de 15 anos, à escola. A mulher descreve a rotina de cuidados como um meio de manter vínculos, mesmo diante de limitações físicas severas.
Em declarações anteriores, Applegate mencionou estar confinada à cama por conta da dor associada à MS. Ainda assim, afirma buscar momentos de normalidade, como acompanhar a filha em atividades diárias, sem perder a realidade dos desafios de saúde.
A memória já está disponível, com os trechos de divulgação publicados pela imprensa britânica e retransmitidos por veículos dos EUA. A reportagem foca em dados biográficos, trajetória profissional e impactos da doença na qualidade de vida.
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