- Bruna Marquezine revelou à Vogue que recebeu apoio crucial de Wagner Moura, indicado ao Oscar, durante a transição para a carreira internacional.
- Ela afirmou que, mesmo diante de muitos testes no exterior, percebeu que podia ser atriz, com Wagner enfatizando que era normal chorar, mas que ela era grande demais para duvidar de si.
- Wagner Moura já havia comentado ter recebido dicas de Bruna sobre moda, evidenciando uma troca de aprendizados entre eles.
- A mãe da atriz, Neide Maia, também destacou a importância de manter a vida fora dos sets mais normal e pé no chão, citando a parceria com o veterano Tony Ramos na novela Mulheres Apaixonadas.
- Neide relembrou que, na época, Tony Ramos ajudou a reduzir a pressão da mídia sobre Bruna, contribuindo para a dinâmica de trabalho.
Bruna Marquezine afirmou à Vogue que Wagner Moura, indicado ao Oscar por O Agente Secreto, foi decisivo na sua transição para a carreira internacional. Ela destacou o apoio recebido enquanto fazia testes fora do Brasil.
A atriz explicou que ver um ídolo enfrentando dilemas parecidos ajudou a encarar a cobrança e a insegurança. Segundo Bruna, Moura a incentivou a aceitar emoções como choro e tristeza, sem duvidar do próprio talento.
Ela acrescentou que Wagner Moura já havia comentado ter recebido dicas de Bruna sobre moda, algo que a atriz teria repassado a ele antes de uma apresentação da Chanel.
Neide Maia, mãe da atriz, revelou que Tony Ramos também foi fundamental no início da carreira. Eles contracenaram em Mulheres Apaixonadas, em 2003, e o veterano ajudou a manter a rotina da filha mais próxima da normalidade.
Segundo a mãe, o objetivo foi manter Bruna com vida fora do set o mais pé no chão possível, evitando exposição excessiva na rua e mantendo um clima leve entre as cenas tensas.
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