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Louis Vuitton inova no Inverno 2026 com a natureza como designer

Louis Vuitton apresenta o Inverno de 2026 que combina tecnologia digital com natureza, propondo casacos com linhas orgânicas e estética nômade

As brasileiras Larissa Moraes e Gabriela Nied estavam no casting do desfile da Louis Vuitton
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  • O inverno 2026 da Louis Vuitton, apresentado em Paris, propõe que a natureza molde o vestuário do século XXI, conforme o diretor criativo Nicolas Ghesquière, com as brasileiras Larissa Moraes e Gabriela Nied no casting.
  • O cenário, com 3D assinado por Jeremy Hindle, remete à caminhada histórica de Louis Vuitton pelas montanhas do Jura e aos Alpes franceses.
  • Casacos com volume, em lã ou pelos, lembram animais das montanhas; bolsas recebem sinos discretos para sinalizar aproximação.
  • A estética remete ao nomadismo, com mochilas grandes, maletas pequenas, xadrezes femininos em conjuntos cropped e míni, sugerindo uma travessia pela natureza.
  • Peças indicam proteção contra o clima, usando chapéus variados, tecidos resistentes como canvas e denim, além de detalhes como flores em couro, impressão 3D, resinas e botões com aspecto mineral.

O inverno 2026 da Louis Vuitton chegou com a frase a Natureza é a Designer, apresentado em Paris durante a Paris Fashion Week, na terça-feira, 10 de março. A coleção é conduzida pelo diretor criativo Nicolas Ghesquière, que usa a natureza como fio condutor do vestuário.

O desfile mescla alta tecnologia digital e elementos orgânicos, em um cenário assinado por Jeremy Hindle que remete à caminhada de Louis Vuitton pelas montanhas do Jura, com alusões aos Alpes franceses. O conceito aponta para roupas criadas a partir de formas naturais esculpidas pelo vento.

No casting, participaram as brasileiras Larissa Moraes e Gabriela Nied, cujos nomes foram destacados entre as modelos da apresentação. A edição aposta em uma estética que combina proteção térmica, texturas naturais e cortes de inspiração nomade.

O mundo animal

Casacos com volume aparecem em versões lisas, peles e lã malhada, remetendo a carneiros das montanhas. Pequenos sinos em bolsas simulam o toque de animais domésticos para sinalizar proximidade com o tema.

Um pouco de nomadismo

A coleção privilegia um visual nômade, com itens que parecem práticos para longas travessias. Mochilas grandes e maletas pequenas acompanham o desfile, enquanto xadrezes migram para uma abordagem feminina em cropped e míni.

Perfeitamente imperfeito

Linhas orgânicas, assimetrias e formatos em casulo recebem a construção têxtil. Tecidos de diferentes componentes se combinam, criando uma harmonia que dialoga com a natureza.

Proteção

Casacos com acabamento que remete a casulos ganham tons terrosos, com peles, lãs e tecidos resistentes como canvas e denim. Chapéus variam entre gorros, cestaria e estruturas que funcionam como proteção contra o clima.

Construindo o futuro

A leitura da coleção sugere necessidade de atitude, proteção e liberdade para atravessar esse momento histórico. Flores moldadas em couro, impressão 3D, resinas e botões que lembram minerais compõem o vestuário, enfatizando inovação.

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