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Ex-marido de Amy Winehouse nega responsabilidade pela morte em entrevista rara

Ex-marido de Amy Winehouse nega responsabilidade pela morte, admite ter participado, e enfatiza que a cantora agiu com própria agência

Amy Winehouse’s ex-husband addressed rumors that he is "responsible" for the singer’s death in a rare interview that dropped Tuesday.
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  • O ex-marido de Amy Winehouse, Blake Fielder-Civil, afirmou em entrevista rara que não assume toda a responsabilidade pela morte da cantora, embora diga ter “uma parte a desempenhar” e reconheça que ela morreu aos 27 anos por intoxicação alcoólica, em 2011.
  • Ele ressaltou que Amy era uma mulher muito forte e tinha autonomia para escolher o que fazer.
  • Admitiu ter apresentado Amy à heroína, mas negou ter sido o traficante ou facilitar o uso diário.
  • Disse que não acredita que a morte deva ser atribuída inteiramente a ele e que não a obrigou a usar drogas.
  • Contou que, na época, não pôde ir ao funeral por estar preso; hoje afirma estar sóbrio e em relacionamento saudável.

Amy Winehouse: ex-marido nega responsabilidade pela morte em entrevista rara

Blake Fielder-Civil, ex-marido de Amy Winehouse, discutiu o fim conturbado do relacionamento e a morte da cantora em uma entrevista rara publicada nesta semana. Ele respondeu a rumores de que seria responsabilizado pela perda da artista.

O ex-casal voltou a ser assunto ao afirmar que não assume toda a culpa pela morte ocorrida em 2011, aos 27 anos, associada ao consumo de álcool. Fielder-Civil disse ter tido um papel, sem admitir ser culpado integralmente.

Em tom contido, o 43 anos lembrou que Winehouse era uma mulher forte com autonomia para decidir. Disse que a bebida começou a afetá-la, mas que ela seguiu vivendo conforme desejava.

Durante o relato, ele confirmou ter apresentado heroin a Winehouse durante o relacionamento, mas negou ser o traficante ou ter forças diárias que facilitassem o uso de drogas. Ele disse que Winehouse tinha agência.

O entrevistado afirmou ainda não entender como algumas pessoas imaginariam que ele forçou o uso de drogas na cantora. Ressaltou que não descurou de sua responsabilidade, mas manteve que não houve controle diário sobre as escolhas de Winehouse.

Fielder-Civil lembrou que, apesar de tudo, Winehouse tinha capacidade de decidir e que não seria justo encarar a morte como responsabilidade exclusiva dele.

Contexto sobre a relação e os impactos da fama foram mencionados, assim como a trajetória de Winehouse, que marcou o cenário musical e perdeu a vida em 2011. A entrevista ocorreu na troca de mensagens com o programa We Need to Talk.

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