- Ana Paula Renault recusou usar o vestido enviado pela produção do BBB 26, chegando a chamar a peça de “trapo” e acabou não participando da apresentação na festa.
- O look faz parte de uma produção com um show de Ana Castela e pertence à marca Animale, com preço de R$ 1.998.
- A direção do programa informou que não é permitido não usar figurino de festa e avisou que a participante não participaria da festa se não utilizasse a peça.
- Influenciadoras, como Lelê Burnier e Ana Egreja, passaram a explorar maneiras de combinar ou usar o vestido.
- A marca esclareceu que não enviou o look a Ana Paula e que os figurinos são de responsabilidade da produção, destacando a multiplicidade de estilos na moda.
Ana Paula Renault se recusou a usar um vestido fornecido pela produção do BBB 26 durante a festa de sexta-feira, dia 13. O traje faria parte do show temático para Ana Castela, mas a jornalista preferiu não aparecer com o modelito, chamando-o de “trapo”. A decisão levou a discussão a ganhar as redes.
A repercussão ganhou espaço na web nos dias seguintes. Influenciadoras, entre elas Lelê Burnier e Ana Egreja, lançaram iniciativas para “reutilizar” a peça, apresentando várias formas de uso compatíveis com o estilo da festa. O vestido é da marca Animale e tem preço de cerca de R$ 1.998.
Contexto e posicionamento da produção
A manchete da situação envolve a orientação da produção do programa, que, segundo o que foi divulgado, não permitiria deixar de usar o figurino de festa. A jornalista do BBB 26 afirmou manter a posição de não vestir o traje, destacando questões de autoestima e conforto. O Big Boss reforçou que o uso do figurino é obrigatório.
Versão da marca e esclarecimentos
A Animale informou que não enviou o look para Ana Paula Renault e que os figurinos exibidos no programa são de responsabilidade da produção. A marca enfatizou a multiplicidade de estilos e a importância da expressão individual, sem entrar em detalhes sobre o contrato da participante.
Repercussão nas redes e desdobramentos
Diversas postagens mostraram alternativas de uso do vestido rejeitado, com vídeos e imagens de Lelê Burnier e Ana Egreja. Em notas oficiais, a equipe da plataforma destacou a autonomia das criadoras de conteúdo em explorar diferentes formas de vestir a peça, dentro do que é permitido pela produção.
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