- Amaury Nunes, ex-marido de Karina Bacchi, casou-se novamente em agosto do ano passado e já é pai de Enrico, nascido em janeiro deste ano; o menino tem oito anos e Amaury está há três anos sem manter contato com ele.
- Karina Bacchi teve Enrico por fertilização in vitro com doador; o casal iniciou relacionamento quando o bebê era recém-nascido e casou em novembro de 2018; o processo de adoção foi aberto em dezembro de 2019, a pedido de Karina.
- Em maio de 2022, o casal se divorced; Karina pediu para Amaury pausar a adoção e, com a separação, autorizou a suspensão do contato entre Amaury e Enrico; ela se mudou para os Estados Unidos com o filho.
- Amaury tentou ser reconhecido como pai socioafetivo e teve a ação negada pela Justiça; ele se casou novamente e o filho dele nasceu em janeiro, mantendo o relacionamento atual em sigilo.
- Nesta quarta-feira, o Ministério Público de São Paulo condenou Amaury a pagar 30 mil reais de indenização à ex-mulher por ter citado o nome do filho em entrevista.
O ex-marido de Karina Bacchi, Amaury Nunes, casou-se e teve um filho, conforme relato de coluna. O garoto Enrico, citado na matéria, tem oito anos e Amaury não mantém contato com ele há três anos.
Karina Bacchi teve Enrico por fertilização in vitro, com doador. Ao nascer, o casal já vivia junto. Enrico nasceu em agosto de 2017; o casamento ocorreu em novembro de 2018.
Em dezembro de 2019, Amaury iniciou o processo de adoção, a pedido de Karina. A cerimônia de adoção não se consolidou, e o relacionamento acabou. O divórcio ocorreu em maio de 2022, com a artista restringindo contato.
Amaury reatualizou a história: o colunista afirma que o homem casou-se em agosto do ano passado com a atual mulher, que já esperava o filho dele. O bebê nasceu em janeiro deste ano; o casal busca manter a vida privada.
Aspectos legais e desdobramentos
Nesta quarta-feira, informações do portal Leo Dias indicam que o Ministério Público de São Paulo condenou Amaury a pagar 30 mil reais a Karina. A decisão envolve o uso do nome de Enrico em entrevista.
A Justiça considerou que Amaury pode ser reconhecido como pai socioafetivo, com direitos e deveres equivalentes aos de pai biológico, conforme o entendimento de casos semelhantes. Amaury declarou a um veículo de imprensa que Enrico é seu filho.
Entre na conversa da comunidade