- Lucas Borbas, viúvo de Isabel Veloso, assumiu uma nova relação na última quarta-feira (15) e enfrentou críticas de internautas.
- Antes da nova relação, ele havia dito que não se envolveria rapidamente após a morte da influenciadora, afirmando que Isabel era “a única mulher na minha vida”.
- Nesta quinta-feira (16), ele publicou uma foto com o filho Arthur no colo e afirmou estar se permitindo viver novo relacionamento, destacando que a pessoa conhecida aceitou sua história.
- Depois das críticas, Borbas fez um pronunciamento nas redes sociais defendendo que o tempo do luto varia e que não há cronômetro para o amor.
- Ele relembrou que já enfrentava a dor da perda durante o adoecimento de Isabel, destacando que honrou a esposa em todos os momentos.
O viúvo Lucas Borbas, 27, anúncio nesta semana que está começando a reconhecer uma nova relação, após a morte de Isabel Veloso, convivência que ocorreu em janeiro. O episódio gerou críticas nas redes sociais, com questions sobre o tempo adequado para recomeçar.
Isabel Veloso tinha 19 anos quando faleceu; Lucas permaneceu em luto por meses, em público ele enfatizou princípios pessoais e a importância da memória da esposa, destacando que não havia pressa para um novo relacionamento.
Na quinta-feira, 16, Lucas publicou nas redes sociais uma foto em que segura o filho Arthur, de sua união com Isabel, ao lado de uma mulher que integra a vida dele. A legenda de aproximação ressaltou que conheceu alguém que entendeu sua história e que o relacionamento tem sido positivo.
Reação e explicações públicas
Após as críticas, Lucas usou os stories do Instagram para defender seu direito de seguir adiante, afirmando que o tempo do luto não é universal e que cada pessoa vive o processo de forma distinta. Ele também comentou que já enfrentou a dor da doença e da ausência de Isabel desde antes do falecimento.
Ele relatou ainda que acompanhou a esposa em todas as fases da doença, incluindo atendimento hospitalar e consultas, mantendo-se presente e fiel aos compromissos assumidos. A fala reforçou o entendimento de que a vida do casal fica marcada pela convivência compartilhada durante a doença.
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