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Monique Evans comenta sexualidade: usava relações para se sentir mulher

Monique Evans, aos 69 anos, revela ter descoberto o orgasmo tardiamente e aponta autoconhecimento como caminho para prazer sem culpa

Monique Evans posa sorridente, maquiada e de cabelos soltos - Metrópoles
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  • Monique Evans, aos 69 anos, disse que só descobriu o orgasmo mais tarde na vida.
  • Ela afirmou que transava para se sentir mulher, mas não sentia prazer na época.
  • A apresentadora destacou que o tema era tabu, especialmente entre as mulheres, o que dificultava a vivência da sexualidade.
  • Com o tempo, passou a enxergar o sexo de forma mais leve, com mais segurança e autoestima, sem cobranças externas.
  • Contou ter feito fisioterapia para que o orgasmo começasse a ocorrer e que houve uma experiência de autoconhecimento sobre masturbação.

Monique Evans, apresentadora de 69 anos, revelou em entrevista que só descobriu o orgasmo mais tarde na vida. A declaração ganhou repercussão em reportagens recentes e nas redes, destacando o papel do autoconhecimento na relação com o corpo e o prazer.

Ela relatou que, por muito tempo, associou sexo a uma cobrança social e não ao prazer. Dizia que transava para se sentir mulher, sem sentir prazer verdadeiro, o que marcava gerações com pouca conversa sobre o tema.

A entrevista também mostrou que a maturidade mudou sua visão do sexo. Hoje, ela afirma enxergar a sexualidade com mais leveza, menos pressões externas e maior autoestima para explorar desejos sem culpa.

Autoconhecimento e descobertas

A apresentadora também contou que não sabia o que era orgasmo nem masturbação e nunca tinha se tocado de forma consciente. Ela mencionou que chegou a buscar ajuda, inclusive fisioterapia, para que o funcionamento ocorresse.

O relato de Evans reforça um movimento de mulheres que revisitam a relação com o prazer ao longo da vida, desmistificando a ideia de que a sexualidade tem prazo de validade.

Perspectiva atual

A jornalista de 69 anos ressaltou que a mudança veio com o tempo, estudo e autoconhecimento. O relato contribui para debater o tema de forma aberta, sem julgamentos, e alinhar o discurso público sobre prazer feminino.

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