- Met Gala acontece no dia cinco de maio em Nova York, com a escadaria do Met se tornando passarela e altar para a moda; a matéria relembra quinze looks que ajudaram a construir a mitologia do baile.
- Entre os destaques, Rihanna em 2018 (Maison Margiela) e a Princesa Diana em 1996 (Dior) aparecem como momentos icônicos de celebração do tema Heavenly Bodies e de presença marcante no tapete vermelho.
- Zendaya, em 2024 (Maison Margiela), é lembrada por incorporar o tempo de forma efêmera na moda, abrindo e fechando o tapete com dois looks.
- Outros exemplos citados incluem Lady Gaga em 2019 (Brandon Maxwell) e Madonna em 2018 (Jean Paul Gaultier), itens que reforçam o caráter performático e histórico do evento.
- A lista completa ainda destaca Anne Hathaway, Blake Lively, Mary-Kate Olsen e Ashley Olsen, Kate Moss, Zoë Kravitz, Lily-Rose Depp, Naomi Campbell, Tyla, Kendall Jenner e Sarah Jessica Parker.
O Met Gala, baile anual do Metropolitan Museum of Art, volta a reunir o olimpo da moda em Nova York. O evento acontece na primeira segunda de maio e mantém o mistério e o efeito de palco que definem o novo ano fashion.
Este ano, o grande foco é a narrativa visual das roupas que marcaram a história do baile. Repassamos 15 looks que moldaram a tradição de extravagância, elegância e provocação que envolve a cerimônia.
Rihanna (2018, Maison Margiela) desfilou como uma papisa fashion, com mitra cravejada e capa bordada, em interpretação precisa do tema Heavenly Bodies. O conjunto foi apresentado como manifesto de moda.
Princesa Diana (1996, Dior) participou apenas uma vez, em slip dress azul-marinho assinado por Galliano. A simplicidade elegante sinalizava uma nova fase de autonomia e presença.
Zendaya (2024, Maison Margiela) voltou o tapete em dois looks distintos, imprimindo ao evento a ideia de tempo efêmero, belo e inquietante. Sua entrada ganhou destaque pela versatilidade.
Lady Gaga (2019, Brandon Maxwell) transformou a passarela em performance, trocando camadas de looks de forma teatral e contínua. A apresentação tornou-se referência de audácia fashion.
Anne Hathaway (2015, Ralph Lauren) brilhou com um vestido dourado que mesclava futurismo e glamour clássico, antecipando tendências que viriam a ganhar força.
Madonna (2018, Jean Paul Gaultier) levou o imaginário católico para o baile, com véu, cruzes e rendas, numa leitura de fé, poder e provocação que ficou marcada.
Blake Lively (2018, Versace) impressionou com um vestido de bordados dourados e cauda monumental, considerado uma referência de construção quase arquitetônica.
Mary-Kate Olsen e Ashley Olsen (2017, vintage) apostaram no look de renda e camadas de colares, combinando estética boho com referências de Rei Kawakubo.
Kate Moss (2009, Marc Jacobs) deixou o minimalismo de lado, adotando glamour dourado em mini vestido lamê e turbante, revelando versatilidade e presença icônica.
Zoë Kravitz (2021, Saint Laurent) desenhou o corpo com um vestido de cristais que sugeria segunda pele cintilante, equilíbrio entre minimalismo e impacto.
Lily-Rose Depp (2019, Chanel) revisitou os arquivos da casa com vestido preto e correntes douradas, combinando juventude com uma estética clássica.
Naomi Campbell (1995, Versace) marcou a edição inaugural sob Anna Wintour, imprimindo legado e amizade entre moda, celebridade e visão de longo prazo.
Tyla (2024, Balmain) abriu caminho com um vestido em forma de ampulheta, tão justo que exigiu mobilidade assistida na subida da escada.
Kendall Jenner (2019, Versace) levou plumas e laranja vibrante a um show de ousadia, transformando o visual em exemplo de espetáculo na passarela externa.
Sarah Jessica Parker (2006, Alexander McQueen) já antecipava o jogo atual, com tartan dramático que unia teatralidade britânica, romantismo sombrio e narrativa forte.
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