Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mulher que inspirou Emily em O Diabo Veste Prada se identifica após 20 anos

Leslie Fremar diz ter inspirado a Emily de O Diabo Veste Prada e descreve a revelação como traição, após mais de vinte anos

Leslie Fremar, estilista que diz ter inspirado personagem de 'O Diabo Veste Prada'.
0:00
Carregando...
0:00
  • Leslie Fremar, estilista de celebridades, afirma ter sido a inspiração para a personagem Emily em O Diabo Veste Prada, com base no livro de 2003 que originou o filme de 2006, em que Emily Blunt interpreta a personagem.
  • Ela revelou a afirmação ao The Run Through, da Vogue, com confirmação citada pela People.
  • O romance de Lauren Weisberger, lançado em 2003, é inspirado pela experiência da autora na revista Vogue, onde atuou como assistente júnior de Anna Wintour.
  • Fremar diz que, ao contratar Weisberger, comentou que muitas garotas disputariam aquele emprego e que a autora não estaria sempre comprometida com o trabalho.
  • A estilista também afirmou que houve uma edição inicial do livro considerada mais agressiva, que não foi lançada, e que a história acabou sendo contada de forma ficcional; a relação, para ela, pareceu uma traição.

Leslie Fremar, estilista de celebridades, revelou publicamente que acredita ter sido a inspiração para a personagem Emily, de O Diabo Veste Prada. A declaração saiu durante uma participação no programa The Run Through, da Vogue, e foi citada pela People.

O romance da obra literária publicada em 2003 envolve a experiência de Lauren Weisberger na Vogue, onde atuou como assistente júnior de Anna Wintour, a base para a personagem Miranda Priestly. Fremar afirma que foi contratada por Weisberger e que a referência a uma frase sobre o emprego gerou repercussão.

Fremar diz que a edição inicial do livro, não lançada comercialmente, continha conteúdo que considerava mais duro do que a versão publicada. A estilista disse que, apesar de ter contribuído com a narrativa, a obra recebeu alterações para suavizar o tom ficcional.

A entrevistada comentou ainda aspectos de sua relação profissional com Weisberger e a pressão de manter o trabalho. Ela descreveu a experiência como frustrante, sugerindo que Weisberger pode ter adotado postura menos envolvida com as responsabilidades do cotidiano de uma redação.

Concluiu que a situação foi interpretada por ela como uma espécie de traição, sem detalhar motivações adicionais. Fremar afirmou que a narrativa do livro acabou refletindo traços de situações vividas por ela e por Weisberger, de forma não explicitamente confirmada pela autora.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais