- Leslie Fremar, estilista de celebridades, afirma ter sido a inspiração para a personagem Emily em O Diabo Veste Prada, com base no livro de 2003 que originou o filme de 2006, em que Emily Blunt interpreta a personagem.
- Ela revelou a afirmação ao The Run Through, da Vogue, com confirmação citada pela People.
- O romance de Lauren Weisberger, lançado em 2003, é inspirado pela experiência da autora na revista Vogue, onde atuou como assistente júnior de Anna Wintour.
- Fremar diz que, ao contratar Weisberger, comentou que muitas garotas disputariam aquele emprego e que a autora não estaria sempre comprometida com o trabalho.
- A estilista também afirmou que houve uma edição inicial do livro considerada mais agressiva, que não foi lançada, e que a história acabou sendo contada de forma ficcional; a relação, para ela, pareceu uma traição.
Leslie Fremar, estilista de celebridades, revelou publicamente que acredita ter sido a inspiração para a personagem Emily, de O Diabo Veste Prada. A declaração saiu durante uma participação no programa The Run Through, da Vogue, e foi citada pela People.
O romance da obra literária publicada em 2003 envolve a experiência de Lauren Weisberger na Vogue, onde atuou como assistente júnior de Anna Wintour, a base para a personagem Miranda Priestly. Fremar afirma que foi contratada por Weisberger e que a referência a uma frase sobre o emprego gerou repercussão.
Fremar diz que a edição inicial do livro, não lançada comercialmente, continha conteúdo que considerava mais duro do que a versão publicada. A estilista disse que, apesar de ter contribuído com a narrativa, a obra recebeu alterações para suavizar o tom ficcional.
A entrevistada comentou ainda aspectos de sua relação profissional com Weisberger e a pressão de manter o trabalho. Ela descreveu a experiência como frustrante, sugerindo que Weisberger pode ter adotado postura menos envolvida com as responsabilidades do cotidiano de uma redação.
Concluiu que a situação foi interpretada por ela como uma espécie de traição, sem detalhar motivações adicionais. Fremar afirmou que a narrativa do livro acabou refletindo traços de situações vividas por ela e por Weisberger, de forma não explicitamente confirmada pela autora.
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