- Segunda ação contra Kylie Jenner, com Juana Delgado Soto alegando assédio no emprego desde 2019, incluindo supostas recusas de intervalo, descanso, licença médica e feriados.
- Alega supervisora ter zombado de seu inglês, chamado-a de “estúpida” e reduzido o salário de $41,66 para $35, além de atribuir cargas de trabalho consideradas “inviáveis”.
- Relata ter tido o pedido de ir ao funeral do irmão negado, ter sido pressionada a retornar ao trabalho após a morte dele e ter deixado um bilhete desesperado na mesa de massagem.
- Diz ter sido ameaçada de demissão e orientada a não contatar Jenner; depois foi ao pronto-soro, solicitar licença médica, que teria sido negada, e assinou acordo de confidencialidade.
- Retornou ao trabalho sob restrições, com impedimentos de olhar para Jenner, sorrir ou permanecer na sala; a queixa cita discriminação, retaliação e cobrança de salários e pagamentos adicionais, buscando indenização.
Kylie Jenner enfrenta a segunda ação trabalhista de uma funcionária que alega assédio e condições de trabalho abusivas desde 2019. A nova queixa foi obtida pela Rolling Stone e cita abusos como falta de intervalos para almoço e descanso, além de suposta discriminação salarial.
A reclamante, Juana Delgado Soto, afirma que sofreu humilhações, teve o salário reduzido de 41,66 para 35 dólares por hora e recebeu cargas de trabalho abusivas. Ela também relata pressão para retornar ao trabalho após a morte do irmão.
Segundo o documento, Delgado Soto teve pedido de comparecer ao funeral negado, recebeu solicitação de comprovantes de falecimento e, em determinado momento, deixou uma carta desesperada para Jenner durante uma sessão de massagem.
Delgado Soto detalha que a carta descreve abuso mental e um pedido de compreensão, sem ter certeza se Jenner recebeu o texto. A envolvida responde a ser informada de possível desligamento caso insistisse em contato.
Alega ainda que foi levada a faltar a um evento de aniversário surpresa e que, após o suposto episódio, foi dirigida a não manter contato com Jenner e a evitar olhar para ela em determinados momentos.
Detalhes da ação e partes envolvidas
O processo cita Jenner, a empresa Kylie Jenner Inc., a supervisora Itzel Sibrian, Tri Star Services e La Maison Family Services como rés. A queixa aponta retenção de salários, discriminação por raça e falha em acomodar deficiência, além de violação de acordo de confidencialidade.
Os advogados de Delgado Soto afirmam que houve retaliação pela denúncia de maus-tratos, com relatos de demissão efetiva e pedido de suspensão de contato com Jenner. A reclamante busca indenização por danos compensatórios e punitivos, apurados em juízo.
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