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Socorro Acioli e Caetano W. Galindo passam a assinar colunas na Folha

Socorro Acioli e Caetano W. Galindo passam a assinar colunas na Folha, com crônicas semanais e textos quinzenais, expandindo a cobertura cultural do jornal

Os escritores Socorro Acioli e Caetano W. Galindo, que passam a ser colunistas da Folha
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  • Socorro Acioli e Caetano W. Galindo passam a integrar o quadro de colunistas da Folha, publicando crônicas e textos de opinião no site a partir da próxima semana.
  • Acioli escreverá semanalmente, a partir desta segunda-feira, 4, e já vendeu mais de duzentos mil exemplares com seus romances, como A Cabeça do Santo.
  • Acili também prepara o terceiro romance, Delírio San Pedro, para a Companha das Letras, e descreve a coluna como um diário de bordo de sua vida de escritora.
  • Galindo, linguista e professor da Universidade Federal do Paraná, escreverá quinzenalmente a partir de terça-feira, 5, e é autor de obras sobre o português, como Latim em Pó.
  • O conteúdo da coluna deve combinar rigor linguístico e reflexão sobre língua e literatura, com o jornal destacando a presença de um espaço fixo para esses temas.

A Folha anunciou que os escritores Socorro Acioli e Caetano W. Galindo passam a assinar colunas no site da publicação a partir da próxima semana. Acioli terá crônicas semanais, enquanto Galindo escreverá quinzenalmente, em posts de opinião.

Acioli é autora de títulos como A Cabeça do Santo e Oração para Desaparecer, com mais de 200 mil exemplares vendidos. A nova coluna funcionará como um diário de bordo da vida da escritora, que já atua como palestrante e viaja pelo Brasil.

Caetano Galindo, linguista e professor da Universidade Federal do Paraná, já publicou Latim em Pó e outros títulos sobre linguagem. A coluna dele começará na terça-feira, com periodicidade quinzenal, incluindo reflexões sobre o português e a língua.

Sobre os colunistas

Acioli comenta que a crônica exige objetividade e concisão, mantendo o leitor engajado sem redundâncias. Ela considera a crônica uma forma direta de comunicação, que amplia o alcance de temas que já aborda em palestras e textos.

Galindo destaca que o formato de coluna permite explorar o português com rigor, indo além de explicações simples. O linguista afirma que o espaço serve como púlpito para discutir a língua de forma acessível ao público geral.

Ambos chegam à Folha com histórico de atuação em outras plataformas e projetos. A cidade, o cotidiano e a cultura brasileira são apontados como temas recorrentes dos novos textos. A redação reforça o alinhamento com o jornalismo objetivo e informativo.

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