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Copan recebe estúdio de gravação como novo morador

Copan ganha estúdio de audiolivros no 28º andar, criado pela atriz e diretora Mika Lins para direção de narração

O mais novo morador do Copan: um estúdio de gravação
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  • O Copan, edifício icônico no centro de São Paulo, abriga no 28º andar o estúdio Cabine, voltado à gravação de audiolivros, com vista ampla.
  • O espaço foi criado pela atriz e diretora Mika Lins, que mora no prédio há 26 anos, em parceria com o marido Sérgio Glasberg.
  • O Cabine foi pensado para ter um ambiente específico de narração, com foco em microfone de alto desempenho e cabine de som, diferente de estúdios genéricos.
  • Entre os trabalhos, Mika dirige narrações para editoras como Fósforo e Companhia das Letras, incluindo títulos como Os Imortais, de Paulliny Tort, e A Obscena Senhora D, de Hilda Hilst.

O Copan ganhou um novo espaço de gravação: o Cabine, um estúdio dedicado à produção de audiolivros instalado no 28º andar do edifício. O local funciona dentro da residência da atriz e diretora Mika Lins, que também é condômina do empreendimento. A ideia nasceu para atender a demanda por direção de narração.

Mika Lins, que atua como diretora de teatro e vem expandindo para a narração de podcasts e audiolivros, concebeu o espaço para ter um ambiente específico para o formato. O estúdio fica em uma área da sala onde vive com o marido, Sérgio Glasberg, buscando qualidade de captação com foco em microfones e isolamento sonoro.

O Cabine foi batizado pela própria criadora, que já atua na direção de obras para editoras como Fósforo e Companhia das Letras. Entre os títulos já gravados estão obras recentes, como Os Imortais, de Paulliny Tort, e clássicos como A Obscena Senhora D, de Hilda Hilst.

Segundo Mika, a prioridade é oferecer um espaço especializado para audiolivros, não apenas grandes estúdios. A ideia é suprir a necessidade de uma direção de narração de alto padrão, alinhada às exigências do mercado editorial.

Entre os trabalhos em andamento, a parceria com editoras tem ganhado destaque. A produção para a Companhia das Letras, da poeta Angélica Freitas, de Um livro de poesia, é citada pela diretora como exemplo do tipo de projeto que o Cabine pretende ampliar.

De acordo com Mika, o estúdio já recebe títulos de várias editoras e trabalha com a infraestrutura necessária para capturar boa qualidade de áudio. O Cabine promete contribuir para a diversidade de conteúdos de leitura em voz alta no Brasil.

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