- Met Gala abriu a exposição “the dressed body” e arrecadou US$ 42 milhões para o museu, com patrocinadores principais como Jeff Bezos e Lauren Sanchez Bezos contribuindo cerca de US$ 10 milhões e convidados desembolsando até US$ 1 milhão cada um.
- O código de vestimenta era “Fashion Is Art”, mas a noite mostrou um equilíbrio entre homenagens a momentos da moda na história da arte e a celebração do corpo como obra de arte moderna, gerando grande destaque para o tema corpo.
- Beyoncé apareceu como o mais glamuroso esqueleto, em vestido translúcido com ossos de cristal, em parceria com o estilista Olivier Rousteing.
- As Kardashians tiveram looks de destaque “nipples-forward”, com Kim, Kylie e Kendall usando corsets ou placas de mama; Kim colaborou com o artista britânico Allen Jones.
- Houve outros momentos marcantes, como Lisa do Blackpink com braços adicionais criados por 3D e inspirados em dança tradicional, além de bordados de Skepta copiados de tatuagens em seu corpo; também estiveram la Lauren Sanchez Bezos, Julianne Moore e Claire Foy em versões Madame X.
Two pares de itens chamam a atenção no Met Gala deste ano: o glamour da moda repleta de peças de design e o corpo visto como obra de arte. A abertura da exposição sobre o corpo vestido aconteceu em Nova York, na gala do Metropolitan Museum of Art, com apoio de grandes fortunas. O evento arrecadou 42 milhões de dólares para o museu.
Os organizadores anunciaram como tema oficial o entrelaçamento entre moda e arte. O gala manteve o padrão de atrair atenção muito além das galerias, com celebridades exibindo criações que homenageiam momentos históricos da moda e, em paralelo, o corpo humano como tema central do show.
Patrocinadores e participação
Jeff Bezos e Lauren Sanchez, listados como principais apoiadores, têm a expectativa de contribuir com cerca de 10 milhões de dólares. Donos de participação na comitiva, convidados individuais chegaram a abrir cheques de até 1 milhão para integrar o elenco final aprovado por Anna Wintour.
Na passagem pela red carpet, a cobertura ficou marcada por escolhas arrojadas. Beyoncé apareceu com um traje que mesclou ossos de cristal a um tecido translúcido, criando a impressão de um esqueleto cravejado. As irmãs Kardashian destacaram looks que mostram o corpo de forma explícita, com elementos de apoio ao busto.
Destaques e leituras da moda
Kim Kardashian, Kylie Jenner e Kendall Jenner chamaram atenção por peças que enfatizaram o busto. Kylie incorporou um corset com elementos artificiais, sugerindo a proximidade entre moda e esculturas. Lisa do Blackpink trouxe uma montagem com braços adicionais no traje, referenciando dança tradicional ao Sul da Ásia.
Entre as referências artísticas, looks de Julianne Moore, Lauren Sanchez Bezos e Claire Foy lembraram a pintura Madame X, com vestidos que remetem a veludo negro e traços de uma figura icônica. Angela Bassett apareceu inspirado em uma obra de 1927, com tom rosado e modelagem marcada por um único ombro.
A edição deste ano também teve referências a pinturas e artistas famosos. Gracie Abrams vestiu uma criação que remete a Klimt, enquanto Lena Dunham fez uma leitura mais conceitual com uso de penas vermelhas em referência a Artemisia Gentileschi. Madonna explorou o surrealismo em acessórios que lembram a Carrington.
Controvérsias e leitura crítica
A produção gerou debate sobre o papel de grandes fortunas na continuidade do evento e no acesso ao espaço cultural. Observadores destacaram a concentração de poder financeiro na definição do festival, ainda que a curadoria tenha mantido o foco em manifestações artísticas. No interior, convidados ocuparam mesas de alto perfil com a presença de outras personalidades da indústria.
Entre os participantes de perfil tecnológico, Sergey Brin foi visto em traje azul com bordados artísticos, enquanto Mark Zuckerberg também compareceu em conjunto com Priscilla Chan, em vestimenta formal destacando a diversidade de estilos presentes na noite. Os organizadores reforçaram a intenção de equilibrar inovação artística e tradição museológica.
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