- O Met Gala da noite de segunda-feira foi apresentado como galeria em movimento, com looks que traduzem o conceito de “fashion art” sob o olhar de Lino Villaventura.
- Emma Chamberlain, de Mugler, puxou a dramaticidade de Vincent van Gogh, com texturas e tons que parecem pulsar; o estilista descreveu a obra no corpo.
- Madonna, em Saint Laurent, trouxe referências às Tentações de Santo Antônio e ecos de Leonora Carrington e Hieronymus Bosch, transformando o conjunto em narrativa visual.
- Anok Yai, em Balenciaga, inspirada na Virgem Dolorosa, construiu uma personagem completa com maquiagem e expressões que acompanharam a roupa.
- Janelle Monáe, em Christian Siriano, apresentou construção quase escultórica e explorou reaproveitamento criativo, tendência que marcou a noite, enquanto o diretor Karan Johar apostou em Manish Malhotra com referências a Raja Ravi Varma.
O Met Gala de 2026 teve como cenário o tapete vermelho, transformado em galeria de arte em movimento. O evento ocorreu na noite de segunda-feira, com foco em moda como expressão artística. O olhar do estilista Lino Villaventura acompanhou as escolhas, que foram além do tecido ao incorporar narrativa visual.
Entre os destaques, Emma Chamberlain opôs dramaticidade pictórica à estética de Mugler, remetendo a Vincent van Gogh. O estilista elogiou a construção e a identidade da produção, destacando que o conjunto parece uma pintura vestida.
Madonna apareceu em Saint Laurent em referência às Tentações de Santo Antônio, com ecos de pintores históricos. A estilista descreveu a montagem como narrativa visual intensa, sugerindo que o look se conecta a um universo cromático e temático.
Looks que se destacaram
Anok Yai desfilou com Balenciaga, inspirado na Virgem Dolorosa, com maquiagem e expressões que reforçaram a construção teatral do figurino. Villaventura ressaltou a linha conceitual e o desempenho da modelo.
O diretor Karan Johar apresentou um visual opulento em Manish Malhotra, evocando Raja Ravi Varma e a grandiosidade da pintura indiana. A composição foi descrita como luxuosa e scenográfica.
Janelle Monáe encerrou o conjunto com Christian Siriano, combinando construção e narrativa em traços escultóricos. A produção refletiu reaproveitamento criativo, com peças e elementos transformados em arte vestível.
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